Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Lula reage à crise no Rio: combate ao crime deve atingir a espinha dorsal do tráfico
Publicado 29/10/2025 • 22:05 | Atualizado há 6 meses
Ações de Boeing, veículos elétricos e chips ficam no radar durante negociações entre Trump e Xi
CEO da Allegiant defende modelo de baixo custo após conclusão da compra da Sun Country
SoftBank registra ganho de US$ 46 bilhões com aposta bilionária na OpenAI
Ações da Cisco disparam 17% após salto em pedidos de IA, apesar de corte de 4 mil empregos
CEO da Nvidia se junta à viagem de Trump à China após ligação do presidente dos EUA
Publicado 29/10/2025 • 22:05 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Presidente Lula
Tom Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre a operação policial realizada no Rio de Janeiro, afirmando que é preciso de um trabalho coordenado “que atinja a espinha dorsal do tráfico, sem colocar policiais, crianças e famílias inocentes em risco”.
“Não podemos aceitar que o crime organizados continue destruindo famílias, oprimindo moradores espalhando drogas e violência”, disse ele em uma publicação feita em sua rede social X, nesta quarta-feira (29).
Na publicação, o presidente afirma que determinou que o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se encontrassem com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.
Lula também defendeu que com a PEC da Segurança, encaminhada ao Congresso, “vamos garantir que as diferentes forças policiais atuem de maneira conjunta no enfrentamento às facções criminosas”.
Leia mais
Castro diz que operação no Rio marca “novo tempo” e que “de vítima, só houve policiais”
Megaoperação contra o Comando Vermelho é a mais letal da história do Rio
A megaoperação realizada na terça-feira (28) contra integrantes do Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, já é a mais letal da história do Estado, segundo o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da UFF (Geni/UFF).
Ao menos 121 pessoas — entre policiais e criminosos — morreram na terça-feira (28), número mais que o dobro da operação do Jacarezinho (2021), que tinha o recorde anterior.
Moradores do Complexo da Penha registraram a localização de cerca de 60 corpos na Praça São Lucas após a operação. De acordo om dados oficiais do governo do Estado, a ação policial resultou na morte de 60 suspeitos e 4 policiais, mas a comunidade afirma que a contagem não inclui todas as vítimas, e que o total de mortes pode chegar a 130. Nota da Defensoria Pública do estado cita “mais de cem mortos”.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, o ministro da Justiça e a Polícia Federal deram versões diferentes sobre a articulação e a comunicação em torno da megaoperação policial que deixou, segundo dados da Defensoria Pública do Estado, mais de 100 mortos.
Enquanto Castro defendeu a ação como “um sucesso” e disse que “as únicas vítimas foram os policiais”, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e a Polícia Federal afirmam que não foram comunicados oficialmente sobre a operação e que ela não se enquadrava no tipo de atuação federal.
Durante entrevista coletiva, Castro afirmou ainda que o trabalho foi planejado por mais de um ano e contou com 60 dias de preparação. “Foi uma operação de cumprimento de mandado judicial. Temos muita tranquilidade de defender tudo o que foi feito”, disse. Ele destacou que o Estado está “aberto aos órgãos de controle” e que “quem tiver saído dos ditames da lei tem a lei como guarda-chuva”.
Nesta quarta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), também determinou que o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, apresente informações detalhadas sobre a operação policial realizada na última terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, considerada a mais letal da história do estado.
A decisão foi tomada no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas, que estabelece diretrizes para a realização de operações policiais em comunidades do Rio. Moraes assumiu temporariamente a relatoria do caso, que estava sob responsabilidade do ministro Luís Roberto Barroso.
__
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Dívidas dos clubes brasileiros batem R$ 16 bilhões em 2025; veja ranking
2
Linha do tempo: como os sócios da Naskar abandonaram a sede e sumiram com o dinheiro de investidores
3
BC multa Banco Topázio em R$ 16,2 milhões, veta operações com cripto e põe outras instituições no radar
4
Por que a Enjoei decidiu encerrar a Elo7? Entenda o que levou ao fechamento
5
Rombo contábil de R$ 5 bilhões na Aegea afeta Itaúsa e adia planos de IPO