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Para ministro, “prejulgamento” e “frenesi” midiático remetem à Operação Lava Jato
Publicado 20/03/2026 • 20:55 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/03/2026 • 20:55 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
© Fellipe Sampaio /SCO/STF
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou o que classificou como “vazamentos seletivos” de dados sigilosos envolvendo Daniel Vorcaro no âmbito das investigações do caso Banco Master.
Em voto sobre a prisão do ex-banqueiro, o ministro afirmou ver semelhanças com práticas adotadas na Operação Lava Jato, como o que chamou de “frenesi midiático” e “prejulgamento” de investigados.
“Infelizmente, é possível enxergar no caso concreto tristes reminiscências dos métodos e expedientes lavajatistas que este Tribunal tem tido grande trabalho em coibir”, disse.
Leia também: Por unanimidade, STF mantém prisão de Vorcaro; Gilmar Mendes deu o último voto com ressalvas
Apesar das críticas, Gilmar votou para acompanhar o relator André Mendonça e manter a prisão de Daniel Vorcaro. O julgamento foi concluído nesta sexta-feira (20), com placar de 4 a 0 pela manutenção da medida. Gilmar foi o último a votar e consolidou a decisão unânime do colegiado. O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito e não participou da análise.
O ministro também citou reportagens que tiveram acesso a dados sigilosos extraídos do celular de Vorcaro, segundo ele, sem que essas informações tenham sido disponibilizadas integralmente ao próprio colegiado do STF.
Ao longo do voto, Gilmar alertou para o impacto da exposição pública em investigações em curso e afirmou que, em casos de grande repercussão, a análise jurídica pode acabar influenciada por pressões externas.
Leia também: Decisão de Gilmar sobre Tayayá abre caminho para empresas de Vorcaro tentarem anular quebras de sigilo
“No julgamento de casos midiáticos ou rumorosos em geral, infelizmente não é incomum que a análise técnico-jurídica ceda às pressões estabelecidas pela mídia e pela opinião pública”, afirmou.
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