Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
PF já abateu mais de 30 drones não autorizados em Belém durante a COP30
Publicado 08/11/2025 • 09:16 | Atualizado há 6 meses
Waymo faz recall de 3,8 mil robotáxis após falha permitir entrada em ruas alagadas
Google acelera integração do Gemini ao Android antes de nova ofensiva de IA da Apple
eBay rejeita proposta de aquisição de US$ 56 bilhões da GameStop
Traders tratam gigante tradicional de tecnologia como a próxima ‘meme stock’
Casa Branca diz que IA ainda não elimina empregos, apesar de demissões no setor de tecnologia
Publicado 08/11/2025 • 09:16 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Divulgação: Polícia Federal
PF já abateu mais de 30 drones não autorizados em Belém durante a COP30
A Polícia Federal divulgou dados parciais da operação de detecção e mitigação de drones não autorizados em áreas sensíveis relacionadas à COP30. As ações de defesa e proteção aérea são coordenadas pelo Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM), sob direção da PF e com a participação das Forças Armadas — Exército, Marinha e Força Aérea — e de outros órgãos de segurança pública.
Desde o início das operações, em 3 de novembro, o sistema de monitoramento identificou 316 aeronaves remotamente pilotadas (ARPs) irregulares e interrompeu 31 tentativas de sobrevoo em áreas de interesse estratégico, como o Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade, Porto Outeiro e Porto Miramar, além dos locais de deslocamento do presidente da República e da comitiva oficial.
Os equipamentos empregados na operação permitem detectar drones em um raio de até 10 quilômetros e realizar a neutralização em até 2 quilômetros, assegurando a integridade das operações aéreas e a proteção das autoridades e do público.
As ações de mitigação utilizam tecnologias de interferência de sinais (jammers) e sistemas de controle remoto capazes de interromper ou assumir o comando das aeronaves em voo. Além de prevenir riscos à aviação civil e à segurança institucional, essas medidas visam coibir atividades ilícitas e garantir o cumprimento das normas de espaço aéreo.
A Polícia Federal reforça que o uso de drones não autorizados está terminantemente proibido nas áreas de interesse da conferência e da segurança presidencial — especialmente nas proximidades do Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade, Porto Miramar, Porto Outeiro e em locais onde estiver o presidente da República.
Os operadores devem portar e apresentar os seguintes documentos:
O uso indevido de drones constitui infração administrativa e pode configurar crime previsto na legislação penal e aeronáutica, sujeitando o operador a sanções civis, penais e administrativas.
Leia também:
Lula reforça metas do Acordo de Paris em discurso na COP30
COP30: Lula anuncia como pretende financiar transição energética e ações climáticas
Quem é o bilionário australiano que vai investir no fundo de florestas do governo Lula
A PF destacou que os números reforçam a eficácia do aparato tecnológico e operacional empregado pelo CIC-ARP/CM e pelas instituições parceiras na prevenção de incidentes e na proteção integral dos espaços aéreos estratégicos da COP30.
A corporação continuará realizando monitoramento constante e adotando medidas de neutralização sempre que necessário para garantir a segurança do evento e a integridade dos participantes.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Mais lidas
1
BC multa Banco Topázio em R$ 16,2 milhões, veta operações com cripto e põe outras instituições no radar
2
Linha do tempo: como os sócios da Naskar abandonaram a sede e sumiram com o dinheiro de investidores
3
Rombo contábil de R$ 5 bilhões na Aegea afeta Itaúsa e adia planos de IPO
4
Ex-jogador de vôlei e ex-ESPN está entre sócios da Naskar, fintech que sumiu com quase R$ 1 bilhão de clientes
5
Como gigantes do e-commerce pressionaram o Elo7? Entenda o que aconteceu