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Bolsonaro recebe alta após internação por pneumonia e vai para prisão domiciliar
Publicado 27/03/2026 • 10:51 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/03/2026 • 10:51 | Atualizado há 2 meses
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Sergio Lima / AFP
O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta do hospital DF Star, em Brasília, na manhã desta sexta-feira (27), após 14 dias internado para tratamento de uma pneumonia bacteriana bilateral.
Ao deixar o hospital, o ex-presidente seguiu para casa, onde passará a cumprir prisão domiciliar concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
A autorização vale por 90 dias inicialmente e inclui o uso de tornozeleira eletrônica. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por crimes ligados à trama golpista e estava detido na Papudinha, unidade no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.
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A transferência para o DF Star, na sexta-feira (13), ocorreu em razão do “risco de morte” do ex-presidente, segundo relatou a médica plantonista que o atendeu na prisão.
Bolsonaro deu entrada na UTI com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Exames confirmaram o diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.
O cardiologista Brasil Caiado, um dos responsáveis pelo caso, classificou o quadro como a maior pneumonia que Bolsonaro já teve. A equipe médica trabalhou com estimativa de internação de até 14 dias, a depender da resposta ao tratamento com antibióticos por via intravenosa, fisioterapia respiratória e suporte clínico intensivo.
Bolsonaro deixou a UTI após apresentar melhora no quadro clínico e foi transferido para um quarto hospitalar. A evolução positiva abriu caminho para a discussão judicial sobre as condições de cumprimento da pena.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se a favor da prisão domiciliar, avaliando que estava comprovada a necessidade de monitoramento em tempo integral do estado de saúde do ex-presidente, sujeito a alterações súbitas e imprevisíveis.
Na terça-feira (24), Moraes determinou a concessão da prisão domiciliar pelo prazo inicial de 90 dias, a partir da alta hospitalar. O regime estabelece que Bolsonaro deverá cumprir a prisão integralmente em seu endereço residencial, com tornozeleira eletrônica, com autorização para receber visitas de familiares e advogados e acompanhamento médico contínuo.
Com a decisão de Moraes, o ex-presidente seguiu direto do hospital para o condomínio Solar de Brasília, onde passará a cumprir a pena.
Moraes reforçou a necessidade de seguir rigorosamente o tratamento médico, incluindo uso correto de medicamentos, repouso absoluto, hidratação intensa e manutenção de higiene rigorosa.
O boletim de alta é assinado pelo cirurgião-geral Claudio Birolini e pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, além do diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.
Bolsonaro trata complicações intestinais desde 2018, em decorrência de uma facada sofrida durante a campanha eleitoral, que o levou à realização de diversos procedimentos cirúrgicos ao longo dos anos. A pneumonia desta internação se somou a um histórico já extenso de intercorrências de saúde.
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