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Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas cai 1 ponto percentual em um ano
Publicado 27/03/2026 • 09:28 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/03/2026 • 09:28 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Taxa de desemprego cai para 5,4%, o menor nível desde 2012; massa de rendimento atinge recorde de R$ 357,3 bilhões
O desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro de 2026, ante 5,2% registrados no trimestre de setembro a novembro de 2025. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo IBGE.
O movimento reflete a sazonalidade típica do início do ano, período em que o mercado de trabalho historicamente absorve menos mão de obra.

Na comparação com igual trimestre de 2025, porém, o quadro é positivo: a taxa de desemprego recuou 1,0 ponto percentual, saindo de 6,8% para 5,8%. Em termos absolutos, 1,1 milhão de pessoas deixaram a condição de desocupadas no período.
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O número de desocupados chegou a 6,2 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, ante 5,6 milhões no trimestre anterior. Ainda assim, o contingente é 14,8% menor do que o registrado em igual período de 2025, quando 7,3 milhões de brasileiros estavam sem trabalho.
A população ocupada totalizou 102,1 milhões de pessoas, com recuo de 0,8% no trimestre – menos 874 mil trabalhadores. No ano, porém, houve crescimento de 1,5%, com 1,5 milhão de pessoas a mais no mercado.

A taxa composta de subutilização, que engloba desocupados, subocupados e desalentados, avançou de 13,5% para 14,1% no trimestre. São 16,1 milhões de pessoas em situação de subutilização, alta de 4,4% ante o período anterior. No ano, o indicador recuou 1,6 ponto percentual, com 1,9 milhão de pessoas a menos nessa condição.
O desalento – grupo formado por quem desistiu de procurar emprego – ficou em 2,7 milhões de pessoas, estável no trimestre e 14,9% menor do que no mesmo período de 2025.
A taxa de informalidade caiu para 37,5% da população ocupada, ante 38,1% no mesmo trimestre do ano anterior. São 38,3 milhões de trabalhadores informais no país.
O rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.679, com alta de 2,0% no trimestre e de 5,2% no ano. A massa de rendimento real habitual somou R$ 371,1 bilhões, estável no trimestre e 6,9% maior do que no mesmo período de 2025 – um acréscimo de R$ 24,1 bilhões.

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