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Por que investigadores chamaram Deolane Bezerra de ‘caixa do crime organizado’
Publicado 22/05/2026 • 12:30 | Atualizado há 59 minutos
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Publicado 22/05/2026 • 12:30 | Atualizado há 59 minutos
KEY POINTS
Foto: Instagram/ Deolane
Por que investigadores chamaram Deolane Bezerra de 'caixa do crime organizado'
A prisão da influenciadora e advogada Deolane Bezerra na última quinta-feira (21) ocorreu após uma investigação iniciada em 2019, em São Paulo, a partir da apreensão de bilhetes trocados entre integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro da Penitenciária II de Presidente Venceslau.
Segundo investigadores, o avanço das apurações levou à identificação de movimentações financeiras consideradas incompatíveis e conexões com pessoas ligadas ao crime organizado.
Leia também: Além de Deolane, quem são os outros alvos da operação contra lavagem de dinheiro do PCC
De acordo com as autoridades responsáveis pela operação, a influenciadora passou a ser vista como uma peça importante no esquema investigado por suspeita de lavagem de dinheiro.
Os investigadores afirmam que ela teria sido usada para receber, movimentar e misturar recursos de origem ilícita com valores provenientes de atividades legais.
As apurações tiveram início após a descoberta de manuscritos e recados atribuídos a lideranças da facção criminosa.
O material foi recolhido durante ações dentro da unidade prisional no interior paulista e passou a ser analisado pelas equipes responsáveis pela investigação.
Com o aprofundamento do caso, a polícia realizou quebra de sigilos bancário e fiscal, além da análise de celulares apreendidos ao longo dos anos.
Leia também: Quem é Deolane Bezerra, influenciadora presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC
Segundo os investigadores, os dados revelaram movimentações financeiras consideradas suspeitas e ligações com diferentes núcleos investigados.
Durante entrevista coletiva, integrantes da força-tarefa afirmaram que Deolane teria exercido um papel estratégico na circulação de dinheiro investigado.
As autoridades responsáveis pela operação afirmaram que as investigações identificaram indícios de que Deolane atuava como uma espécie de “caixa do crime organizado”, movimentando recursos financeiros ligados ao PCC.
A expressão “caixa do crime organizado” foi usada para descrever a suspeita de que recursos ligados ao PCC eram depositados em contas relacionadas à influenciadora, passavam por operações financeiras e depois retornavam ao grupo criminoso com aparência de legalidade.
Segundo os investigadores, o crescimento patrimonial da influenciadora chamou atenção principalmente a partir de 2022.
A suspeita é de que parte das movimentações financeiras tenha sido utilizada para ocultar a origem dos valores.
Leia mais: O que é a Operação Vérnix, que prendeu Deolane Bezerra por lavagem de dinheiro
As autoridades também afirmaram que o alcance público e o poder econômico de Deolane ajudariam a dificultar a identificação imediata das operações financeiras consideradas atípicas.
A investigação foi encerrada oficialmente pela polícia e o inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público, que vai analisar o material e decidir se apresenta denúncia formal à Justiça. Apesar disso, os investigadores afirmam que a operação ainda pode ter novos desdobramentos.
Leia também: Deolane Bezerra fez lavagem de “um oceano de dinheiro para o PCC”, dizem investigadores
Celulares, documentos e registros financeiros de Deolane Bezerra e outros investigados que foram apreendidos durante a ação seguem em análise e podem dar origem a novas frentes de investigação envolvendo outros suspeitos e possíveis ramificações do esquema atribuído ao PCC.
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