Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
“STF deu decisões questionáveis”: Viana acompanha sessão no Supremo que pode definir futuro da CPMI do INSS
Publicado 26/03/2026 • 15:49 | Atualizado há 6 meses
O que a Paramount prometeu a Hollywood para obter os direitos de exibição da WBD
Coca-Cola contrata Rob Gehring, da Monster, para dirigir operações na América do Norte
Trump e Xi encerram visita de Estado marcada mais por espetáculo do que por acordos
Rússia pode atacar um país da Otan em questão de meses, alerta inteligência dinamarquesa
Meta sai na frente da OpenAI em dispositivos de IA, mas aposta de Zuckerberg ainda é incerta
Publicado 26/03/2026 • 15:49 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
"STF deu decisões questionáveis": Viana acompanha sessão no Supremo que pode definir futuro da CPMI do INSS
Reprodução/Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC
O senador que preside a CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a Casa deve respeitar a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento que vai decidir pela prorrogação da comissão. A votação, que acontece na tarde desta quinta-feira (26), pode prorrogar os trabalhos dos parlamentares por até 120 dias.
Em frente ao palácio da Corte, o congressista aproveitou para mandar recados ao próprio Supremo e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Segundo ele, a judicialização da continuidade da comissão é desnecessária, ao passo que a questão poderia ter sido resolvida com diálogo.
Alcolumbre tem demonstrado intransigência no diálogo, diz Viana, o que se soma às divergências dos juízes do Supremo sobre a condução da investigação. “Em vários momentos, o STF deu decisões questionáveis em relação à CPMI. Por exemplo, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubou as votações em bloco. Uma decisão é uma intervenção direta nos trabalhos da comissão. Em momento algum o presidente do Senado se manifestou, apesar de toda a minha tentativa”, afirmou.
Quando o ministro André Mendonça expediu o mandato que Alcolumbre estendesse o funcionamento do colegiado, entretanto, o posicionamento foi diferente, disse o senador. “Aí, vem a advocacia do Senado, vem o presidente do Senado dizendo que não dá para prorrogar porque é uma decisão do parlamento. Quer dizer: dois pesos e duas medidas. Isso não pode ser dessa forma”.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCAlém disso, o parlamentar afirmou esperar mais cooperação entre os diferentes setores do colegiado. “Primeiro, eu espero que a base do governo pare de fazer cortinas de fumaça e discursos eleitorais para a CPMI. A base tem atrapalhado as investigações e blindado requerimentos, até para dizer se determinadas pessoas são inocentes ou culpadas”.
Se a prorrogação for retomada, os senadores e deputados devem voltar às oitivas de servidores públicos e tentar derrubar os Habeas Corpus que impediram o comparecimento de pessoas na investigação, segundo Viana.
“E eu também vou sentar com os líderes numa demonstração de boa vontade para a gente encontrar um prazo conjunto. Eu estou decidido a levar a CPMI por 60 dias, mas se houver um acordo em relação ao relatório, se buscarmos o diálogo e tivermos um relatório conjunto, que atenda a investigação. A gente pode até diminuir. Mas é uma questão de se conversar”, afirmou.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Snoopy no Starbucks: quanto vai custar a coleção de Halloween no Brasil?
2
Após morte, cantor Rick deixa suposta herança milionária; veja valor
3
Preços do petróleo caem após notícia de que Arábia Saudita pretende reativar oleoduto estratégico nesta semana
4
Banco Master acumulou bilhões em pré-precatórios ligados a processos nas altas cortes da justiça
5
Daniel Vorcaro reservou mansão de luxo para ministro Nunes Marques no Carnaval de 2025