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TSE fecha acordos com big techs para ampliar combate à desinformação nas eleições de 2026
Publicado 28/07/2026 • 22:00 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 28/07/2026 • 22:00 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ampliou sua estratégia de combate à desinformação para as eleições de 2026 ao firmar uma série de acordos com as principais plataformas digitais que atuam no Brasil.
Os memorandos de entendimento, anunciados nesta terça-feira (28), preveem desde canais exclusivos para denúncias até ferramentas de comunicação direta com os eleitores, além de treinamentos para servidores e representantes da Justiça Eleitoral.
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As parcerias foram firmadas com Meta (Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp), Google, Kwai, TikTok, Telegram, X e LinkedIn. A iniciativa faz parte do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação e foi articulada após reunião realizada em 16 de julho entre o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e representantes das empresas.
Pelos acordos, a Meta permitirá que o TSE utilize o recurso Megafone para divulgar mensagens sobre o processo eleitoral aos usuários brasileiros. No WhatsApp, a Corte também terá acesso à Business API, que possibilita a comunicação direta com eleitores.
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Siga o Times | CNBCOutra frente da parceria prevê a integração da empresa ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), além da disponibilização da Biblioteca de Anúncios da Meta, ferramenta que reúne informações sobre anúncios relacionados a política e eleições publicados nas plataformas da companhia nos últimos sete anos.
O Google anunciou que dará destaque a aplicativos oficiais da Justiça Eleitoral na Play Store durante o período eleitoral e direcionará usuários a informações oficiais sobre votação e regularização do título de eleitor.
A empresa também disponibilizará o Project Shield, sistema de proteção contra ataques cibernéticos a páginas ligadas às eleições, e lançará uma versão em português do Trends Hub de Eleições, que reunirá dados sobre as principais buscas relacionadas ao pleito.
Já TikTok, Kwai, Telegram, X e LinkedIn desenvolverão iniciativas específicas, como centros de informação eleitoral, páginas com conteúdo educativo, bots oficiais, canais para denúncias de conteúdos suspeitos, transmissões de eventos do TSE e treinamentos voltados a magistrados, servidores, partidos políticos e equipes dos tribunais regionais eleitorais.
Os acordos também preveem medidas para ampliar a visibilidade de conteúdos oficiais da Justiça Eleitoral e fortalecer mecanismos de identificação e remoção de conteúdos que violem as políticas das plataformas ou a legislação eleitoral.
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