Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Como Fernando de Noronha garante energia após apagão de 24 horas que isolou a ilha em 2007
Publicado 09/08/2026 • 20:30 | Atualizado há 1 hora
Filho de Biden diz que câncer do ex-presidente Joe Biden se espalhou ainda mais e é “muito doloroso”
Ataque à Hugging Face marca início de uma perigosa era de cibersegurança com IA; muitas empresas “nem sabem disso”
EXCLUSIVO CNBC: Mercado deve reorganizar rotas após crise do Estreito de Ormuz, diz CEO da Flexport
EXCLUSIVO CNBC: “A inflação será mais importante que o emprego, diz economista-chefe da Goldman Sachs
Trump retoma esforços para demitir Lisa Cook, do Fed
Publicado 09/08/2026 • 20:30 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Praia do Sancho em Fernando de Noronha
reprodução
Fernando de Noronha, arquipélago pernambucano considerado patrimônio da humanidade pela ONU, ficou 24 horas sem energia elétrica em 2007, depois que turbinas da usina Tubarão pegaram fogo.
Para além do valor ambiental, a ilha vive do turismo e da preservação marinha, atividades que dependem de fornecimento constante de energia para funcionar, da hospedagem à cadeia de serviços que atende aos visitantes ao longo do ano.
A energia elétrica também sustenta serviços que não podem parar. Um posto de saúde sem fornecimento compromete a conservação de medicamentos, a realização de exames e o atendimento a emergências. Comércios e pousadas, por sua vez, dependem de energia constante para conservar alimentos e evitar prejuízos com a perda de estoques.
O episódio de 2007 marcou o início da atuação da empresa cearense DCDN no fornecimento de energia da ilha, que assumiu a operação e a manutenção do sistema logo após o apagão.
Hoje, o fornecimento de energia em Fernando de Noronha soma fontes renováveis, entre elas a geração solar, a uma estrutura de energia emergencial mantida pela DCDN. O modelo reduz a dependência de uma única fonte, situação que ficou evidente no apagão que isolou a ilha havia quase duas décadas.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO funcionamento desse tipo de geração segue uma lógica de mercado comum ao setor, segundo o proprietário da empresa, Luiz Antonio Trotta. “A gente busca uma geração para ficar no centro da carga, localizada na unidade consumidora”, explica, ao descrever como o sistema atua junto ao consumidor final.
Trotta cita o caso de empresas que dependem de fontes limpas, mas seguem vulneráveis a problemas na rede. “Vamos supor que uma empresa possua um projeto eólico, assim, ela é cem por cento sustentável. Só que ela depende do sistema de transmissão”, diz.
Segundo ele, uma falha na transmissão pode deixar sem energia até quem já investiu em geração própria, o que explica por que a geração emergencial segue como camada adicional em locais isolados como Fernando de Noronha.
No setor de energia emergencial, o funcionamento costuma seguir uma lógica de instalação de geradores diretamente na unidade do cliente, seja indústria, comércio ou empresa. Segundo Trotta, o modelo entra em operação automaticamente em caso de falta de energia da concessionária.
Esse tipo de arranjo é usado, por exemplo, em hotéis e pousadas durante o horário de tarifa mais cara da energia, quando a geração própria pode reduzir custos em relação ao consumo direto da rede.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Maiores Audiências
1
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
2
BYD processa portal jornalístico e tenta calar reportagem sobre origem chinesa da marca
3
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador
4
Futebol italiano perde espaço na elite europeia em meio a crise financeira e estrutural
5
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas