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Micron quebra padrão das empresas de US$ 1 trilhão em meio ao boom da inteligência artificial
Publicado 27/05/2026 • 23:30 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 27/05/2026 • 23:30 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A Micron entrou para o grupo das empresas avaliadas em US$ 1 trilhão (R$ 5,07 trilhões), mas segue um caminho diferente do percorrido por gigantes como Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet e Nvidia.
Enquanto as grandes empresas de tecnologia alcançaram o valor trilionário impulsionadas por marcas globais e CEOs de forte exposição pública, a ascensão da Micron ocorreu principalmente por sua posição estratégica nas cadeias globais de suprimentos durante o boom da inteligência artificial.
A companhia atua como fabricante de componentes e chips de memória, segmento que ganhou importância crescente com a expansão acelerada da IA.
A Micron não foi a única beneficiada pelo avanço do setor.
Leia também: Micron vale US$ 1 trilhão, falta memória no mundo e o assessor de imprensa está ‘até o pescoço’ com as pautas de I.A.
As sul-coreanas SK Hynix e Samsung também ultrapassaram recentemente avaliações de US$ 1 trilhão, acompanhando o aumento da relevância global das fabricantes de memória.
A demanda por chips de memória continua elevada à medida que sistemas de inteligência artificial mais avançados ampliam presença comercial em diferentes setores.
A Micron atua em produtos como DRAM, NAND e memórias de alta largura de banda (HBM), consideradas essenciais para aplicações de IA.
Durante a divulgação mais recente de resultados, em março, o CEO da companhia, Sanjay Mehrotra, afirmou que a receita trimestral da empresa quase triplicou em relação ao ano anterior.
Leia também: Micron atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão pela primeira vez após ações dispararem 18%
“A receita trimestral quase triplicou em relação ao ano passado, e as receitas de DRAM, NAND, HBM e de cada unidade de negócios atingiram novos recordes”, afirmou.
O executivo também projetou investimentos acima de US$ 25 bilhões (R$ 126,7 bilhões) em despesas de capital no ano fiscal de 2026.
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Seguir no GoogleSegundo Mehrotra, a companhia tenta responder ao desequilíbrio crescente entre oferta e demanda no mercado de memória para inteligência artificial. “A Micron está trabalhando para enfrentar a diferença sem precedentes entre oferta e demanda”, destacou.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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