Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Protagonistas: Líderes precisam dominar a comunicação para construir reputação, diz cofundadora da Betafly
Publicado 30/07/2026 • 20:41 | Atualizado há 1 hora
Anthropic afirma que seus modelos Claude “obtiveram acesso não autorizado” a sistemas de outras organizações
Amazon dispara 9% após superar expectativas de receita e acelerar o crescimento de sua unidade de nuvem
OpenAI reduz custos de acesso ao GPT-5.6 Terra e ao GPT-5.6 Luna para empresas que buscam IAs mais baratas
AMD e Micron disparam, e Lam Research salta 20% com forte recuperação das ações de chips
Corrida da IA produz vencedores e perdedores: Microsoft salta 8%, Meta afunda quase 9%
Publicado 30/07/2026 • 20:41 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
A capacidade de comunicar ideias com clareza e criar conexões genuínas passou a ser um dos principais diferenciais para líderes e executivos, na avaliação de Giuliana Tranquillini, cofundadora da Betafly, consultoria especializada em branding, reputação e presença executiva. Em entrevista ao quadro Protagonistas, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, ela afirmou que desenvolver uma marca pessoal deixou de ser uma opção para quem ocupa posições de liderança.
“Hoje, mais do que ter uma marca pessoal, as pessoas já têm uma. A diferença é se elas decidem construir essa percepção de forma intencional e estratégica.”
Segundo Giuliana, a marca de um profissional é formada pela percepção que os outros têm sobre ele e, por isso, precisa refletir uma narrativa coerente com sua trajetória e seus valores.
“Não se trata de criar um personagem. É entender quem você é, quais são seus talentos e comunicar isso de maneira autêntica.”
Após quase três décadas trabalhando com grandes marcas, como Natura e Havaianas, Giuliana decidiu migrar do branding corporativo para o desenvolvimento de marcas pessoais. Ela conta que a mudança aconteceu de forma gradual, impulsionada pela busca por maior equilíbrio entre carreira e vida pessoal.
“Eu percebi que minha vida já não cabia mais no modelo tradicional do mundo corporativo. Queria continuar trabalhando, mas de uma forma compatível com o momento que eu estava vivendo.”
Segundo ela, foi justamente dessa reflexão que surgiu a Betafly, criada para unir três paixões: pessoas, histórias e marcas. Hoje, a empresa atua entre o Brasil e o Vale do Silício.
Leia também: Protagonistas: Inovação começa nas pessoas, não na tecnologia, diz Glaucia Guarcello, CEO da HSM
Na avaliação da especialista, muitos profissionais experientes ainda resistem à ideia de trabalhar a própria imagem por acreditarem que os resultados falam por si.
“O mercado mudou. Ser competente hoje é premissa para ocupar uma posição de liderança. O diferencial está em saber se comunicar, construir conexões e tornar claro o valor que você entrega.”
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCEla também alertou para um erro frequente entre executivos: tentar construir uma imagem que não corresponde à própria personalidade. “Quando alguém cria um personagem, isso não se sustenta ao longo do tempo. As pessoas percebem quando a comunicação não é verdadeira.”
Morando há nove anos no Vale do Silício, Giuliana acompanha de perto os avanços da inteligência artificial e acredita que a tecnologia reforça a importância das competências comportamentais.
Leia também: Protagonistas: Empreendedoras precisam se reconhecer como CEOs, diz sócia da EY Raquel Teixeira
“Quanto mais a tecnologia avança, mais precisamos desenvolver habilidades humanas. Conexão, emoção e comunicação continuam sendo atributos que fazem diferença.”
Ela ressalta que a inteligência artificial pode acelerar processos, principalmente na produção de conteúdo, mas alerta para o risco da padronização. “Hoje vemos muito conteúdo que parece igual. A inteligência artificial deve ser usada como ferramenta, mas sem eliminar o tom de voz e a autenticidade das pessoas.”
A metodologia desenvolvida pela Betafly parte da identidade do profissional antes de definir posicionamento e estratégias de comunicação.
“Antes de pensar em redes sociais ou visibilidade, é preciso entender quem é essa pessoa, quais são seus diferenciais e qual espaço ela quer ocupar no mercado. A comunicação é consequência desse processo.”
Para Giuliana, ser protagonista da própria trajetória significa manter coerência entre discurso, escolhas e valores.
“Ser protagonista é ser verdadeira comigo mesma. É construir minha história sem criar personagens, fazendo escolhas alinhadas com quem eu realmente sou.”
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Lotofácil: sorteio desta quarta-feira (29) pode pagar R$ 2 milhões
2
TIM vai fornecer energia inteligente com IoT, rede privativa e substações para a CPFL em acordo de R$ 60 milhões
3
Quanto custa a medalha do Mundial de 1951 do Palmeiras? Veja os valores
4
Caixa realiza sorteio da Lotofácil 3749 com prêmio estimado em R$ 2 milhões
5
O que aconteceu com a LM Mobilidade? Entenda o incidente de segurança cibernética