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Por que a autenticidade ainda vence a IA, especialista do LinkedIn explica no SXSW
Publicado 20/03/2026 • 17:00 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 20/03/2026 • 17:00 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Foto: reprodução/Times Brasil
Apesar de poderosa, a tecnologia ainda não consegue reproduzir aquilo que torna um criador único, segundo Luiz.
Durante o SXSW 2026, em Austin (EUA), o uso da Inteligência Artificial (IA) na produção de conteúdo para redes sociais esteve no centro do debate.
O analista de negócios do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Guilherme Ravache, conversou com Luiz Ribeiro, gerente sênior de creators do LinkedIn, sobre como usar IA sem perder autenticidade e evitar conteúdos genéricos em um ambiente cada vez mais automatizado.
Com o crescimento das ferramentas de Inteligência Artificial, criadores passaram a produzir mais conteúdo em menos tempo. Mas isso levanta uma questão importante: até que ponto essa prática compromete a originalidade?
Ravache resume esse dilema ao perguntar: “É um problema usar IA na produção de conteúdo. Qual a dica para quem quer usar IA para otimizar o tempo, mas, ao mesmo tempo, não criar um conteúdo que seja banal ou irrelevante?” A preocupação reflete um cenário em que eficiência e autenticidade precisam caminhar juntas.
Para Luiz Ribeiro, a resposta é simples: não. Apesar de poderosa, a tecnologia ainda não consegue reproduzir aquilo que torna um criador único.
“Acho que a IA não vai substituir a sua voz. Ela não consegue traduzir aquilo que você realmente tem, que é o único, que é a sua autenticidade”, afirma. Segundo ele, o diferencial continua sendo a experiência, a visão e a forma como cada pessoa se expressa.
A chave, segundo os especialistas, está no equilíbrio. A inteligência artificial pode ser uma ferramenta estratégica, desde que não assuma o protagonismo no processo criativo.
“A IA pode ser, sim, um recurso, mas não pode ser a protagonista da sua voz em qualquer rede social”, explica Ribeiro. Ele destaca que a tecnologia pode ajudar na organização de ideias, dados e narrativas, especialmente em eventos intensos como o SXSW.
O risco de delegar demais à tecnologia é a perda de identidade. Conteúdos passam a soar semelhantes, previsíveis e pouco envolventes para o público.
“Deixar com que a IA seja o ponto de partida das suas conversas ou o ponto final […] aí com certeza eu acho que você tem uma questão de autenticidade”, alerta Ribeiro. Ravache complementa: “As pessoas não vão se identificar, vão ver simplesmente algo pasteurizado ou genérico”.
Em um cenário de excesso de informação, a autenticidade se torna um diferencial competitivo. Mais do que falar, é preciso criar conexões reais com a audiência.
“Num momento em que eu vejo que tem muita gente falando e pouca gente escutando, se você tiver a sua autenticidade, você vai conseguir se destacar”, afirma Ribeiro.
Para ele, o toque pessoal, “esse molho que só o brasileiro tem”, pode ser exatamente o que diferencia um conteúdo comum de um relevante.
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