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Túnel Santos-Guarujá: “Participação da chinesa CCCC pode modernizar tecnologias no setor”, avalia professor
Publicado 21/05/2025 • 12:48 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 21/05/2025 • 12:48 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
A possível entrada da gigante chinesa CCCC no projeto do túnel Santos-Guarujá, orçado em mais de R$ 6 bilhões, pode representar um avanço tecnológico importante para o setor de infraestrutura no Brasil, avalia o professor Roberto Levier, coordenador do MBA em Gestão Portuária da FGV.
“A entrada da chinesa CCCC no certame, que é muito bem-vinda, provavelmente irá trazer novas tecnologias para o setor”, disse, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta quarta-feira (21). “E que essas tecnologias, estrategicamente, sejam transferidas para o Brasil.”
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Apesar do recente alinhamento entre os governos federal e estadual para tirar o projeto do papel, Levier destacou que os desafios permanecem. Segundo o especialista, há necessidade de articulação entre os três níveis de poder e a realização de obras complementares, como a ampliação da rodovia dos Imigrantes, a nova entrada ferroviária em Santos e melhorias internas na malha viária da cidade. “Estamos falando aí de três a cinco anos de obra a partir do seu início”, estimou.
Para atrair investimentos e garantir a execução, o professor defendeu uma estratégia de relacionamento com as comunidades afetadas. Segundo ele, os impactos positivos do túnel (como a redução de trânsito urbano e das emissões de CO₂) precisam ser comunicados de forma clara.
“É uma via de duas mãos. Tem que ter um trabalho de relações públicas junto às comunidades”, pontuou, acrescentando que o modelo ‘Porto-Cidade’ é essencial para viabilizar projetos em áreas urbanas já consolidadas, como Santos.
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