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Noruega prepara queixa formal à FIFA por caso envolvendo Folarin Balogun
Publicado 23/07/2026 • 23:59 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 23/07/2026 • 23:59 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A Federação Norueguesa de Futebol pretende aumentar a pressão sobre a FIFA após uma das maiores polêmicas da Copa do Mundo de 2026. A entidade anunciou que vai discutir a apresentação de uma denúncia formal contra a suspensão da punição aplicada ao atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos.
De acordo com a presidente da federação, Lise Klaveness, a anulação do cartão vermelho pode acabar com a credibilidade do maior campeonato de futebol do mundo.
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Em entrevista ao jornal The Times, Lise Klaveness afirmou que apresentará o tema ao conselho da Federação Norueguesa de Futebol (NFF) para buscar autorização e formalizar uma queixa junto ao Comitê de Ética da FIFA.
Segundo a dirigente, a decisão de retirar a suspensão de Balogun não deveria ter acontecido. Na avaliação dela, o episódio colocou em dúvida a aplicação das normas disciplinares da competição e afetou diretamente a confiança nas decisões da entidade máxima do futebol.
Além disso, Klaveness também declarou que espera uma posição pública da FIFA reconhecendo que houve falhas durante o processo. Até o momento, Gianni Infantino, presidente da entidade, não comentou o caso.
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Siga o Times | CNBCUma das principais polêmicas da Copa do Mundo surgiu depois que a FIFA decidiu beneficiar um jogador dos Estados Unidos. Na ocasião, o atacante americano recebeu cartão vermelho por uma entrada dura em um atleta da Bósnia. O árbitro Rafael Claus aplicou o cartão após recomendação do VAR.
Com a punição, Balogun estaria de fora do confronto contra a Bélgica, na fase eliminatória da competição. Entretanto, após uma ligação do presidente Donald Trump, Infantino revisou e decidiu anular o cartão vermelho. Ainda assim, a seleção americana foi eliminada pelos belgas no jogo seguinte.

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Para a presidente da federação norueguesa, qualquer interferência política em decisões esportivas representa um risco para o futebol internacional. Segundo ela, flexibilizar regras disciplinares após pressão de autoridades cria um precedente que pode comprometer a autonomia das competições.
Além disso, ela defendeu que a FIFA discuta o episódio para evitar que situações semelhantes se repitam nas próximas edições da Copa do Mundo. Infantino, inclusive, já enfrentou outras críticas durante o torneio. Em outro momento, torcedores e dirigentes questionaram os altos preços dos ingressos.
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