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Nike tem uniformes mais caros da Copa do Mundo 2026 em comparação com outras marcas; veja os preços
Publicado 10/06/2026 • 22:30 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 10/06/2026 • 22:30 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto: divulgação/NIKE
Nike cobra os uniformes mais caros da Copa do Mundo 2026; veja os preços
O início da Copa do Mundo de 2026 está próximo e, nos países-sede, os torcedores que desejam comprar camisas oficiais de suas seleções estão encontrando preços mais altos do que em edições anteriores do torneio.
Entre as principais fornecedoras de material esportivo, a Nike aparece com os valores mais elevados para uniformes de torcedores, superando concorrentes como Adidas e Puma.
Um levantamento publicado pelo The Guardian mostra que as seleções patrocinadas pela Nike, como Brasil, Inglaterra e França, possuem algumas das camisas mais caras da competição.
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Na média dos mercados europeus, uma camisa oficial para torcedores dessas seleções custa cerca de € 110, em média R$ 660. O valor fica acima dos € 100 (aproximadamente R$ 599) cobrados, em média, pelas camisas produzidas pela Adidas e pela Puma para outras equipes participantes do Mundial.
A diferença também aparece nos modelos infantis. As versões destinadas às crianças chegam a € 85 (R$ 510) nas seleções vestidas pela Nike, enquanto os produtos equivalentes da Puma custam cerca de € 80 (R$ 480) e os da Adidas, € 75 (R$ 450).
O contraste é ainda mais evidente entre os torcedores britânicos. A camisa réplica da seleção da Inglaterra está sendo vendida por £ 90, aproximadamente R$ 625, enquanto o modelo equivalente da Escócia, fornecido pela Adidas, custa £ 75, em média R$ 520.
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Nos modelos utilizados pelos jogadores em campo, a distância permanece. A versão autêntica da Inglaterra chega a £ 135, em torno de R$ 940, contra £ 120 da seleção escocesa, aproximando-se de R$ 840.
As camisas infantis inglesas também apresentam preços superiores aos praticados por concorrentes.
Os dados mostram que o aumento dos preços dos uniformes vem ocorrendo de forma constante ao longo das últimas Copas do Mundo.
Em 2010, uma camisa oficial para torcedores custava, em média, € 65. Em 2022, durante a Copa do Catar, o valor médio chegou a € 90. Agora, na edição de 2026, o preço médio alcança € 100.
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Siga o Times | CNBCO crescimento acumulado representa uma alta de aproximadamente 53% em 16 anos. No caso da seleção inglesa, o avanço foi ainda mais acentuado. O uniforme para torcedores custava cerca de £ 45 em 2010. Em 2022, passou para £ 75. Em 2026, o preço atingiu £ 90.
As camisas das seleções continuam sendo uma das principais fontes de receita ligadas ao torneio. A expectativa é que entre 18 milhões e 23 milhões de unidades sejam comercializadas durante a Copa do Mundo de 2026.
Nike, Adidas e Puma devem concentrar cerca de 80% de todas as vendas relacionadas aos uniformes das equipes participantes.
Mesmo no cenário mais conservador, a projeção indica um volume superior ao registrado na Copa do Mundo do Catar, quando aproximadamente 14,4 milhões de camisas foram vendidas.
O aumento dos preços também tem ampliado a procura por produtos não oficiais. Segundo estimativas do aplicativo KitLegit, especializado em verificar a autenticidade de camisas de futebol, entre 30% e 40% das peças em circulação podem ser falsificadas.
Muitos consumidores acabam sendo enganados por ofertas aparentemente vantajosas em sites fraudulentos ou plataformas de revenda. Em alguns casos, os produtos não são entregues e, em outros, chegam com qualidade inferior à prometida.
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Além dos riscos relacionados à procedência, compradores podem enfrentar cobranças adicionais de impostos e taxas de importação em determinadas operações internacionais.
A Nike afirma que os reajustes refletem custos relacionados à produção, logística e desenvolvimento tecnológico dos uniformes. A empresa também cita investimentos em desempenho e inovação dos produtos.
A Adidas segue linha semelhante e argumenta que os valores são influenciados pela tecnologia empregada na fabricação das peças e pelos custos de licenciamento pagos a federações e entidades esportivas.
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Já a Puma não apresentou posicionamento sobre os preços praticados para a Copa do Mundo de 2026.
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