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Ibovespa B3 fecha em queda com divulgação de dados econômicos dos EUA
Publicado 13/01/2026 • 18:20 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 13/01/2026 • 18:20 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O Ibovespa B3 fechou esta terça-feira (13) em queda de 0,72%, aos 161.973,05 pontos, pressionado pelo aumento da cautela nos mercados globais diante do cenário externo mais adverso e da divulgação de dados econômicos relevantes nos Estados Unidos.
O pregão foi marcado por aversão ao risco, com investidores reduzindo posições em ações mais sensíveis ao ciclo econômico.
O movimento refletiu principalmente a repercussão do índice de inflação de dezembro nos EUA, que confirmou um aumento do preço ao consumidor ainda acima da meta, reforçando a expectativa de que o Federal Reserve mantenha os juros elevados por mais tempo, com apenas um corte projetado para este ano, possivelmente em junho.
Além disso, voltou ao radar a pressão do presidente americano Donald Trump sobre o Fed, o que elevou a percepção de risco institucional e contribuiu para o desempenho negativo das bolsas no exterior.
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Entre os papéis mais negociados, Azul voltou a concentrar volume, em meio à elevada volatilidade recente do setor aéreo. A Gol também figurou entre os destaques, enquanto Petrobras teve desempenho positivo, acompanhando a valorização do petróleo no mercado internacional. Já a Raízen registrou leve queda.
Na ponta positiva do índice, ações como Fictor Alimentos, Recrusul, Construtora Adolpho Lindenberg e CEB lideraram os ganhos do dia. Por outro lado, Hapvida, Alliança Saúde, Wetzel e MPM Corpóreos estiveram entre as maiores quedas, refletindo movimentos de ajuste e realização.
O Ibovespa VIX avançou 4,46%, sinalizando aumento da volatilidade e maior percepção de risco por parte dos investidores.
No câmbio, o dólar à vista encerrou com leve alta de 0,06%, cotado a R$ 5,37, após oscilar ao longo do dia. A moeda refletiu ajustes técnicos e a postura defensiva do mercado antes dos próximos eventos-chave da semana, tanto no exterior quanto no cenário doméstico.
No Brasil, dados do IBGE mostraram recuo de 0,1% no volume de serviços em novembro, sem alterar a expectativa de manutenção da Selic em patamar elevado na próxima reunião do Copom. O mercado segue atento ainda aos desdobramentos institucionais envolvendo o Banco Central e ao noticiário político, enquanto se prepara para uma agenda carregada de indicadores nos próximos dias.
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