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Ibovespa B3 tem alta leve e renova recordes pelo 2º dia consecutivo
Publicado 15/01/2026 • 18:21 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 15/01/2026 • 18:21 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O Ibovespa B3 encerrou esta quinta-feira (15) em alta moderada, mas voltou a renovar recordes históricos ao longo do pregão. O principal índice da Bolsa brasileira fechou aos 165.568,32 pontos, com avanço de 0,26%, após um dia marcado por forte volatilidade e realização parcial de lucros, depois do rali da sessão anterior.
Logo na abertura, o índice iniciou o dia em campo positivo, sustentado pelo bom humor do mercado internacional. Ao longo do início da tarde, o Ibovespa B3 passou a oscilar, mas ganhou força e ultrapassou pela primeira vez na história a marca dos 166 mil pontos, alcançando a máxima intradiária histórica de 166.069,84 pontos, às 15h30.
Na reta final do pregão, porém, houve realização de lucros, o que levou o índice a reduzir os ganhos no fechamento.
O desempenho da Bolsa refletiu principalmente o cenário externo, com investidores atentos às falas de dirigentes do Federal Reserve e às expectativas em torno da política monetária dos Estados Unidos. O mercado tenta calibrar o ritmo e o momento dos cortes de juros, em meio a sinais de uma economia americana ainda resiliente e inflação acima da meta.
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Segundo Tatiana Pinheiro, economista-chefe da Galapagos Capital, apesar da pressão política, o Fed segue adotando um discurso firme. “As falas dos membros do Fed continuam duras, destacando a resiliência da atividade econômica e uma inflação que segue acima da meta. Existe espaço para corte de juros, mas não agora — é algo mais para o final do ano”, afirmou.
Ela destacou ainda que o mercado precifica cerca de 50% de probabilidade de um corte em junho, enquanto a casa acredita em uma flexibilização apenas mais adiante.
No cenário geopolítico, o mercado também reagiu aos sinais de redução das tensões entre EUA e Irã, o que pressionou o preço do petróleo no exterior. Tatiana Pinheiro observou que esse ambiente reforça o movimento global de diversificação de investimentos. “Esse início de ano traz de volta o risco geopolítico e incentiva investidores a buscar alternativas fora dos ativos americanos, como ouro e mercados emergentes”, disse.
Na ponta corporativa, as ações de Movida lideraram as altas do dia, após a divulgação de uma prévia operacional positiva, enquanto papéis ligados ao setor de consumo também tiveram bom desempenho, embalados pelos dados fortes de vendas no varejo, que mostraram alta de 1% em novembro, acima das expectativas. Por outro lado, ações do setor de commodities e petróleo operaram pressionadas, refletindo a queda do barril no mercado internacional, além de ajustes após altas recentes.
O Ibovespa VIX recuou 4,29%, indicando menor percepção de risco e contribuindo para a manutenção do índice em níveis historicamente elevados.
No câmbio, o dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,36, devolvendo parte da alta da sessão anterior.
A moeda americana foi pressionada pelo tom mais ameno do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação ao Irã, além da afirmação de que não pretende demitir Jerome Powell, presidente do Fed, o que ajudou a reduzir prêmios de risco no mercado.
No Brasil, o recuo do dólar também refletiu os dados positivos do varejo, que reforçam a leitura de uma economia ainda aquecida, mesmo com juros elevados, além do acompanhamento do noticiário institucional envolvendo o sistema financeiro.
Ainda assim, investidores seguem atentos ao comportamento dos juros futuros e aos desdobramentos do cenário externo, que continuam sendo o principal vetor de curto prazo para os mercados.
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