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EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã; veja motivos e possíveis consequências
Publicado 28/02/2026 • 07:50 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 28/02/2026 • 07:50 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
Na manhã deste sábado (28), uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra alvos estratégicos no Irã desencadeou uma escalada militar no Oriente Médio.
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, declarou que a operação pretende “eliminar ameaças” provenientes do regime iraniano.
As últimas semanas têm marcado as tensões envolvendo Estados Unidos e Irã, que viviam uma incerteza sobre ataques e invasões. O presidente americano Donald Trump já havia demonstrado interesse em invadir o Irã.
Leia também: Governo dos Estados Unidos afirma ter “vários argumentos” para atacar o Irã
A relação entre Estados Unidos e Irã tem se estreitado nos últimos meses após a pressão de Donald Trump para que o Irã assinasse um novo acordo sobre a fabricação de armas nucleares. Na visão dos Estados Unidos, a fabricação da arma de destruição em massa nas mãos dos iranianos representa uma ameaça direta à segurança americana.
Em contrapartida, o grande argumento dos iranianos é sustentado pelo grande arsenal de armas nucleares americanas, e que a fabricação serviria como uma autodefesa. Vale lembrar que os EUA já atacaram supostas bases de fabricação nuclear no Irã como forma de resposta às acusações de Israel que apontavam a retomada da fabricação nuclear por parte dos iranianos.
De acordo com informações da BBC, os defensores de uma ação militar contra o Irã argumentam que, se realmente os iranianos desejam prosseguir com a expansão de seu programa de mísseis sem restrições, uma intervenção poderia servir para neutralizar uma ameaça de longo prazo, limitar sua capacidade de atacar os EUA e seus aliados, além de reduzir o apoio a grupos armados na região.
Além disso, uma ação para enfraquecer o Irã e interferir na produção de armas nucleares, poderia servir como uma espécie de recado aos demais “inimigos” dos EUA. É importante ressaltar que um ataque a qualquer aliado dos Estados Unidos, pode configurar a entrada dos americanos no conflito.
Já no lado contrário, os críticos à ação americana apontam que um ataque poderia ser prejudicial e arriscado, gerando perdas significativas de vidas, expondo tropas norte-americanas a retaliações e complicando ainda mais a situação política interna nos EUA.
Além disso, como já citado, existem diversos grupos terroristas presentes no Irã, o mais famoso deles, o Hamas, é constantemente flagrado em conflitos internos ou externos. Um ataque dos EUA poderia alimentar o desejo de vingança por parte destes grupos.
Além de todos os motivos que envolvem o início de uma guerra entre países fortemente armados, as consequências de uma ofensiva militar pode não se limitariam ao “campo de batalha”. Civis iranianos já enfrentam uma profunda crise econômica, com inflação elevada e desvalorização da moeda agravadas pelas sanções impostas pelos EUA.
Além disso, na história das guerras já existentes na humanidade, ficou comprovado que, em uma guerra entre potências, a população do país atacado é a que mais sofre. Mesmo que existam muitas mortes envolvendo soldados, milhares de cidadãos que procuram fugir da guerra morrem em meio a ataques entre os envolvidos.
Leia também: Ouro fecha em queda com foco em negociações entre EUA e Irã
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