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Musk chama projeto de Trump de “escravidão da dívida” e propõe fundar novo partido nos EUA
Publicado 30/06/2025 • 21:23 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 30/06/2025 • 21:23 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Elon Musk
Foto: Bret Hartman/TED
Elon Musk pode ter parado de brigar abertamente com o presidente Donald Trump, mas não está desistindo de sua tentativa de barrar o projeto de lei do presidente norte-americano. O CEO da Tesla e SpaceX criticou novamente, nesta segunda-feira (30), o gigantesco projeto de impostos e gastos que Trump está pressionando os republicanos a aprovarem rapidamente no Congresso, chamando-o de “projeto de escravidão da dívida” e mencionando nominalmente seus apoiadores.
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Musk — que gastou cerca de US$ 290 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão) apoiando Trump e outros republicanos no ciclo eleitoral de 2024 e além — pediu a criação de um “novo partido político”.
Mais além, ele ainda prometeu que qualquer conservador fiscal que vote a favor do projeto enfrentará sua ira nas próximas eleições primárias.
“Todo membro do Congresso que fez campanha para reduzir os gastos do governo e então votou imediatamente pelo maior aumento da dívida da história deveria se envergonhar!” escreveu Musk.
Finalmente, em uma terceira publicação, Musk chamou a proposta legislativa de “insana” e disse que os EUA “precisam de uma alternativa” ao sistema eleitoral norte-americano, que hoje é centralizado nos dois partidos principais: Democratas e Republicanos (este, a qual pertence Donald Trump):
A última crítica de Musk ocorreu enquanto a votação está em andamento no Senado sobre dezenas de emendas ao gigantesco projeto de lei, como parte do complicado processo de reconciliação que permite ao Partido Republicano aprová-lo sem o apoio dos democratas.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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