Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Nigéria e EUA dizem ter matado 175 membros do Estado Islâmico em ataques aéreos
Publicado 19/05/2026 • 17:00 | Atualizado há 3 meses
Pressão dos EUA para que aliados aumentem gastos com defesa pode resultar em mais estados nucleares
Disney processa governo Trump por exigir renovação antecipada das licenças da ABC
S&P 500 cai pela terceira sessão consecutiva, pressionado pela alta dos rendimentos dos títulos e dos preços do petróleo no mundo
Apple reformula taxas da App Store da Europa para resolver disputa sobre pagamentos
LinkedIn diz que millennials e Gen Z estão conquistando empregos de IA em setores de rápido crescimento e altos salários
Publicado 19/05/2026 • 17:00 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: AFP
Por que Trump decidiu apertar o cerco aos medicamentos importados?
A Nigéria e os Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira (19) que ataques aéreos conjuntos mataram 175 integrantes do Estado Islâmico no nordeste nigeriano. Entre os mortos está Abu-Bilal al-Minuki, apontado como o número 2 global do grupo jihadista.
A operação ocorreu em uma região remota marcada pela violência extremista desde 2009. A área foi inicialmente dominada pelo Boko Haram e, depois, passou a ser disputada também pela Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP), dissidência rival do grupo.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o conflito já deixou mais de 40 mil mortos e deslocou cerca de 2 milhões de pessoas.
O Exército da Nigéria disse que os ataques atingiram estruturas usadas para sustentar as operações do grupo. Entre os alvos estavam postos de controle, depósitos de armas, centros logísticos, equipamentos militares e redes de financiamento.
Al-Minuki foi morto no último fim de semana em uma vila isolada no nordeste da Nigéria. Ele era descrito pelas autoridades como o “terrorista mais ativo” do mundo.
De acordo com o Exército nigeriano e com o Comando dos Estados Unidos para a África (Africom), Al-Minuki comandava operações globais do Estado Islâmico e atuava em áreas como propaganda, financiamento e desenvolvimento de armas, explosivos e drones.
Um porta-voz do Africom confirmou o saldo de 175 mortos entre os combatentes jihadistas.
Em audiência no Congresso dos EUA, em Washington, o comandante do Africom, general Dagvin Anderson, disse que a Nigéria teve papel central na preparação da operação. Segundo ele, o país ajudou nos últimos meses a identificar o alvo, reunir informações de inteligência e dar apoio à ação.
Após a confirmação da morte de Al-Minuki, o presidente da Nigéria, Bola Ahmed Tinubu, agradeceu ao presidente americano, Donald Trump, pela “liderança e apoio inabalável”.
Tinubu afirmou que espera “ataques mais decisivos contra todos os redutos terroristas em todo o país”.
Leia também: Brasil–U.S. Industry Day: evento reúne líderes e reforça parceria industrial entre Brasil e EUA
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO comunicado militar divulgado nesta terça-feira também cita a morte de outros nomes importantes do Estado Islâmico.
Entre eles está Abd-al Wahhab, descrito como líder sênior da ISWAP e responsável por coordenar ataques e distribuir propaganda.
Também foram mortos Abu Musa al-Mangawi, apontado como integrante de alto escalão da ISWAP, e Abu al-Muthanna al-Muhajir, identificado como gerente sênior da equipe de produção de mídia e aliado próximo de Al-Minuki.
Anderson afirmou que “vários líderes importantes do ISIS” foram mortos na operação.
Boko Haram e ISWAP intensificaram nos últimos meses os ataques contra vilarejos, delegacias, bases militares e trabalhadores, como madeireiros e pescadores. As ações deixaram mortos entre civis e oficiais do Exército.
A escalada levou Tinubu a declarar estado de emergência nacional em 2025. Trump também ameaçou uma intervenção militar na Nigéria.
O presidente dos EUA afirmou que cristãos no país eram “perseguidos” e vítimas de um “genocídio” cometido por “terroristas”. O governo nigeriano e a maioria dos especialistas rejeitam essa avaliação e dizem que a violência atinge cristãos e muçulmanos.
Leia também: Fim de acordo EUA-Arábia Saudita impulsiona desdolarização
Em 25 de dezembro do ano passado, os EUA realizaram, em coordenação com autoridades nigerianas, ataques aéreos no estado de Sokoto, no noroeste da Nigéria, contra alvos classificados por Washington como jihadistas.
Além da insurgência extremista, o norte do país enfrenta a atuação de gangues criminosas conhecidas localmente como “bandidos”, responsáveis por ataques a comunidades e sequestros em massa para pedir resgate.
O Africom também intensificou, desde o início do ano, operações contra integrantes do Estado Islâmico e do grupo al-Shabaab na Somália.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Quem são os credores da Casas Bahia?
2
Fiat Argo X chega para disputar liderança entre carros mais vendidos do Brasil
3
Claude vai marcar textos gerados por IA com marca d’água e dificultar o “copiar e colar”
4
Recuperação judicial de Casas Bahia, Marabraz e Tok&Stok escancara os gargalos do varejo
5
Cedro busca parceiros internacionais para porto de R$ 3,6 bilhões em Itaguaí, diz CEO José Carlos Martins