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“A integridade das instituições e a soberania brasileira não são negociadas”, diz chanceler sobre tarifas dos EUA
Publicado 05/08/2025 • 11:17 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 05/08/2025 • 11:17 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta terça-feira (5) que o governo brasileiro atua desde março para evitar prejuízos diante do aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos.
Segundo ele, o esforço diplomático já resultou na exclusão de cerca de 700 itens da ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump, o que preservou setores estratégicos como a indústria aeronáutica, a produção de suco de laranja e a celulose.
“Nosso governo, sob orientação do presidente Lula e seguindo as melhores tradições da política externa brasileira, trabalha para soluções negociadas desde março, antes mesmo de serem anunciadas as novas tarifas”, declarou Vieira, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, em Brasília.
O ministro ainda ressaltou que o Brasil está aberto ao diálogo, mas frisou que “a integridade das instituições, a democracia e a soberania brasileira não são negociadas”.
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Ele citou encontros com autoridades norte-americanas, incluindo o secretário de Estado dos EUA, o secretário do Tesouro e o representante de Comércio da Casa Branca.
O chanceler também disse que o Itamaraty está coordenando a resposta à investigação aberta pelos EUA com base na Seção 301 da Lei de Comércio, que questiona o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o Pix.
Segundo ele, o documento será apresentado no dia 18 de agosto. “Essa medida questiona práticas absolutamente legítimas”, criticou.
Vieira afirmou ainda que o Brasil levou o tema das tarifas ao Conselho Geral da OMC, destacando que as medidas unilaterais adotadas pelos EUA vão contra os princípios do sistema multilateral de comércio e podem desencadear uma “espiral de inflação e estagnação” global.
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