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França quer taxar produtos chineses baratos à medida que lida com aumento de itens vindos da China
Publicado 29/04/2025 • 10:42 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 29/04/2025 • 10:42 | Atualizado há 1 ano
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França enfrenta nova crise após sucessivas renúncias e impasse na formação do governo.
A França quer começar a cobrar dos vendedores online de fora da União Europeia uma taxa de manuseio para cada pacote de baixo valor enviado a clientes no país, disseram ministros do governo nesta terça-feira (29), enquanto o país lida com o aumento de produtos baratos vindos da China.
Essa taxa, de “alguns euros” por pacote, ajudaria a cobrir os custos de verificação dos bilhões de pequenos pacotes que chegam todos os anos, encomendados por consumidores da UE por meio de plataformas como as empresas chinesas Temu e Shein.
Em 2024, 4,6 bilhões de pacotes com valor inferior a 150 euros (US$ 170) entraram na UE — mais de 145 por segundo — com 91% provenientes da China.
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Cerca de 800 milhões desses pacotes foram enviados somente para a França no ano passado. Mercadorias com valor inferior a 150 euros, excluindo o IVA (Imposto sobre Valor Agregado), compradas pelo correio e enviadas diretamente de um país de fora da UE, não estão sujeitas a tarifas aduaneiras do bloco.
A ministra francesa das Contas Públicas, Amélie de Montchalin, disse durante uma visita ao aeroporto Charles-de-Gaulle, em Paris, que a taxa de manuseio deve ser paga “pelos importadores, pelas plataformas, e não pelos consumidores”.
A França cobraria “uma pequena taxa fixa” por pacote, que, segundo ela, equivaleria a “alguns euros” (dólares), ou “alguns centavos” por item comprado.
A França espera que a medida possa entrar em vigor no próximo ano, com um funcionário do governo dizendo que as taxas arrecadadas “financiariam as inspeções” nos pontos de entrada.
O país também espera atrair outros membros da UE para a ideia, dificultando que as plataformas evitem a cobrança.
“Não podemos fazer isso sozinhos, porque se fizermos sozinhos, os fluxos irão para outro país,” disse o ministro das Finanças, Eric Lombard, durante a mesma visita.
“Esperamos reunir rapidamente um grupo de países que possam implementar essa medida,” acrescentou De Montchalin.
O plano é cobrar a taxa até 2028, quando a UE poderá eliminar o status de isenção de tarifas para pacotes com valor inferior a 150 euros.
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