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China reage a tarifas dos EUA e promete monitorar novas medidas
Publicado 23/02/2026 • 08:30 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 23/02/2026 • 08:30 | Atualizado há 3 meses
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Depositphotos
A China afirmou nesta segunda-feira (23) que monitora as tarifas adotadas pelos Estados Unidos após a decisão da Suprema Corte americana de suspender parte das taxas de importação criadas pelo presidente Donald Trump.
O Ministério do Comércio chinês informou que avalia o impacto do veredicto divulgado na sexta-feira (20), que derrubou o chamado tarifaço. Segundo o governo, as tarifas classificadas como recíprocas e associadas ao combate ao fentanil de origem chinesa desrespeitam regras comerciais internacionais e normas internas dos próprios EUA.
Pequim instou Washington a abolir as tarifas unilaterais e reiterou que medidas desse tipo ampliam a instabilidade no comércio global. O comunicado reforça que a China acompanhará de perto eventuais alternativas apresentadas pela Casa Branca.
A reação ocorre após Trump anunciar, logo depois da decisão judicial, uma tarifa global de 15% sobre todas as importações. A nova rodada de tarifas amplia o alcance das restrições comerciais e pode gerar impactos em cadeias produtivas globais.
A adoção de uma tarifa linear de 15% reacende tensões entre as duas maiores economias do mundo. Para analistas, o embate em torno das tarifas tende a influenciar fluxos comerciais, preços internacionais e decisões de investimento.
O governo chinês afirmou que adotará medidas para proteger seus interesses caso novas tarifas sejam implementadas, mantendo o foco na defesa de suas exportações e no cumprimento das regras multilaterais de comércio.
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