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Trump diz estar pronto para avançar com novas sanções contra a Rússia
Publicado 07/09/2025 • 14:10 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 07/09/2025 • 14:10 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Mikhail METZEL/POOL/AFP
Presidente da Rússia, Vladmir Putin.
Horas depois de a Rússia realizar o maior ataque aéreo desde o início da invasão à Ucrânia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (7) que está preparado para impor novas sanções contra Moscou.
Questionado nos arredores da Casa Branca sobre a possibilidade de adotar medidas adicionais, Trump respondeu apenas: “Sim, estou”, sem fornecer detalhes. A fala reforça a tensão diplomática em meio a um conflito que se intensifica tanto no campo militar quanto no econômico.
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A Rússia lançou nas últimas horas uma ofensiva de larga escala com mísseis e drones contra cidades ucranianas, marcando o maior bombardeio aéreo desde 2022. A escalada pressiona aliados ocidentais a reforçarem a resposta econômica e militar, e abre espaço para que Washington volte a ampliar restrições financeiras, comerciais e tecnológicas contra Moscou.
Para analistas, o movimento de Trump sinaliza disposição de manter a Rússia sob pressão, ao mesmo tempo em que busca mostrar firmeza em política externa.
No front, a Ucrânia vem apostando cada vez mais em drones como arma estratégica. O país criou o Brave1, plataforma digital que funciona como um “Amazon militar”: brigadas acumulam pontos ao neutralizar tropas e veículos russos e os trocam por novos drones.
Segundo Andriy Hrytseniuk, responsável pela iniciativa, o sistema promove “competição saudável” entre unidades e fabricantes, incentivando inovação e rapidez na entrega de equipamentos.
O programa foi incorporado facilmente por soldados jovens, muitos deles criados em meio a videogames e smartphones. Com controles semelhantes a joysticks, os drones substituem trincheiras e artilharia em diversas frentes, assumindo papel central no conflito.
O piloto conhecido como Rubik, de 22 anos, relatou ter seguido os passos de um soldado russo por semanas até abatê-lo. “Você ganha mais pontos por infantaria, então todos estão focados em destruir tropas”, disse. Após a operação, admitiu sentir “a alma um pouco vazia”, mas destacou que a prioridade é garantir avanços para sua brigada.
As missões, explicou, são registradas em vídeo, verificadas pela plataforma e transformadas em pontos. “Se as pessoas estivessem em nosso lugar, entenderiam do que se trata. Há guerra em nosso país. Não pode haver misericórdia”, afirmou.
Para o professor Matthew Ford, da Universidade Sueca de Defesa, o Brave1 simboliza uma mudança estrutural no conflito. “Em vez de um processo planejado de suprimentos, trata-se de uma lógica orientada pela demanda, que aproxima diretamente o campo de batalha das decisões de produção”, explicou.
Ainda que não substitua o fornecimento centralizado de armas e munições, o sistema garante flexibilidade e rapidez, atributos que a Ucrânia considera vitais diante da superioridade numérica da Rússia.
O avanço dos drones ucranianos e a ameaça de novas sanções americanas mostram que a guerra caminha para um ponto de maior sofisticação tecnológica e endurecimento econômico. Enquanto Moscou aposta em ataques massivos para fragilizar a infraestrutura de Kiev, os EUA e seus aliados buscam conter o poder russo no campo financeiro, ao mesmo tempo em que apoiam a inovação militar ucraniana.
Trump, sem detalhar quais medidas pode adotar, reforçou o recado de que Washington não pretende aliviar a pressão. Para a Ucrânia, cada nova rodada de sanções e cada avanço tecnológico no uso de drones representam instrumentos complementares na tentativa de equilibrar um conflito que já transformou a lógica da guerra contemporânea.
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