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Brasil inicia processo para se tornar membro pleno da AIE
Publicado 19/02/2026 • 19:45 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/02/2026 • 19:45 | Atualizado há 2 meses
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Divulgação / Instagram
Em um movimento que redefine a governança energética na América Latina, os ministros dos países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) confirmaram, por unanimidade, o início do processo formal para que o Brasil se torne um membro pleno da organização. O anúncio foi feito durante um encontro global do setor em Paris, que reuniu representantes de 54 nações.
A decisão atende ao pedido formal protocolado em setembro de 2025 pelos ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Mauro Vieira (Relações Exteriores). O Brasil, que já atua como país associado desde 2017, agora busca assento definitivo na mesa onde são tomadas as principais decisões sobre o futuro energético do planeta.
A entrada do Brasil (a maior economia da América Latina e do Caribe) é considerada um marco estratégico para a AIE. Para o governo brasileiro, a adesão plena busca objetivos claros: ampliar a influência global do país nas diretrizes internacionais de energia, alinhar-se às melhores práticas globais em descarbonização e segurança energética, e fomentar o desenvolvimento tecnológico por meio da cooperação direta com as potências do setor.
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“O Brasil está pronto para contribuir com sua experiência e fortalecer a política energética nacional, trabalhando com a AIE para sistemas mais seguros, resilientes e inclusivos”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.
O diretor executivo da AIE, Fatih Birol, celebrou o avanço, destacando que a decisão reflete o aprofundamento de uma parceria de quase uma década.
Embora a decisão política tenha sido unânime, o Brasil agora entra em uma fase técnica de adequação. Para consolidar a adesão, o país precisará atender a critérios rigorosos estabelecidos pela Agência, incluindo a manutenção de estoques estratégicos de petróleo para situações de crise, a implementação de protocolos coordenados de emergência para responder a interrupções de oferta, o cumprimento rigoroso das obrigações de transparência de dados e estatísticas energéticas, e o ajuste das estruturas de governança nacionais aos padrões exigidos pela AIE.
O processo será conduzido em colaboração direta entre o Secretariado da Agência e o governo brasileiro, sem um prazo final cravado, mas com a sinalização de prioridade máxima por ambas as partes.
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