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Ouro fecha em queda, com incertezas sobre cessar-fogo no Irã e no Líbano
Publicado 16/04/2026 • 15:13 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 16/04/2026 • 15:13 | Atualizado há 3 horas
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Foto: Freepik.
O ouro fechou em queda na sessão desta quinta-feira, 16, ainda em meio a incertezas geopolíticas no Oriente Médio, que provocam alternância entre fortalecimento e enfraquecimento da confiança de que o acordo de trégua será estendido. O quadro impõe cautela no mercado.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 0,32%, a US$ 4.808,30 por onça-troy.
O metal dourado registrou ganhos durante a manhã após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que representantes do Israel e do Líbano iriam se reunir ainda nesta quinta para negociar um cessar-fogo. Contudo, o ouro oscilou e passou a cair, com notícias da imprensa internacional abafando o sentimento do mercado. A ISNA informou que os iranianos planejam cobrar pedágio para a circulação de navios no Estreito de Ormuz, enquanto o Al Jazeera relatou que ainda não há data para uma nova rodada de negociações presenciais entre os EUA e o Irã. Durante a tarde, a Bloomberg afirmou que um acordo de paz permanente entre os países deve demorar seis meses.
Apesar da queda, o ouro manteve-se acima do patamar ainda elevado de US$ 4.800. Para analistas do banco ING, o metal se recuperou parcialmente das perdas recentes, à medida que preocupações com o crescimento apareceram e as oscilações de preços se tornaram menos acentuadas. Para o banco, a “demanda subjacente permanece resiliente” apesar de juros mais altos, dólar mais forte e realização de lucros pesarem sobre os preços no curto prazo.
Já a Export Development Canada aponta que os preços do metal devem permanecer elevados, impulsionados por uma forte demanda por investimentos de segurança. Para os especialistas, o ouro vai atingir o pico em 2026 e, à medida que a incerteza diminuir e os altos preços reduzirem a demanda, os preços vão cair de maneira gradual em 2027.
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