Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Banco Central: dólar americano ainda é principal ativo das reservas internacionais do Brasil
Publicado 31/03/2026 • 20:34 | Atualizado há 2 meses
Michael Saylor, da Strategy, diz que tokenização permitirá investidores ‘buscarem’ rendimento
EXCLUSIVO CNBC: Ganhos de produtividade com IA podem gerar falta de mão de obra e deflação, diz Jeff Bezos
EXCLUSIVO CNBC: Nvidia ganha Anthropic como cliente e ajuda empresa a ampliar capacidade em IA, diz Jensen Huang
EXCLUSIVO CNBC: Demanda por elétricos de luxo nos EUA segue em alta, diz CEO da Mercedes-Benz
EXCLUSIVO CNBC: Bolha de IA não deve preocupar investidores, diz Jeff Bezos
Publicado 31/03/2026 • 20:34 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Unsplash
Notas de dólar
Ao final de 2025, 72% das reservas internacionais brasileiras estavam alocadas em dólares americanos. A moeda ainda registra a maior participação nos investimentos das reservas do País, mas sua participação tem diminuído nos últimos três anos – passou de 80,42% em 2022 para 79,99% em 2023 e 78,45% em 2024.
Os números constam no Relatório Anual de Reservas Internacionais, publicado nesta terça-feira (31), pelo Banco Central. No documento, a autoridade monetária menciona as incertezas econômicas e geopolíticas ao comentar a diversificação da composição das reservas no ano passado.
“Em 2025, atento ao aumento de incertezas econômicas e geopolíticas, e com o intuito de reforçar aspectos de segurança e liquidez, o BC ampliou a diversificação na composição das reservas em sua revisão anual da carteira de referência. Na distribuição por moedas, instrumentos denominados em won sul-coreano foram incluídos no portfólio e, entre outras movimentações, houve incremento nas posições em ouro, euro e renminbi”, diz.
Leia mais:
Brent vai a US$ 119; Citi diz que balança do Brasil ganha com a disparada, mas PIB é ameaçado
Durigan diz que adesão de estados ao subsídio do diesel está próxima da unanimidade
Em dezembro do ano passado, o segundo maior componente era o ouro, com 7,19%, seguido pelo euro (6,60%), renminbi (5,94%), libra esterlina (2,80%), iene (2,24%), dólar canadense (1,73%), dólar australiano (1,27%) e won sul-coreano (0,23%).
“Com essa alocação, realiza-se 100% da cobertura cambial da dívida externa soberana e busca-se o hedge (proteção) cambial da dívida externa bruta”, afirma a autoridade monetária. Ela destaca que o ouro adquirido pelo BC para compor as reservas internacionais do País decorre de negociação realizada exclusivamente no exterior.
Depois de quatro anos de hiato, o BC comprou 42,8 toneladas de ouro entre setembro e novembro de 2025. Com a aquisição, o volume de ouro que faz parte das reservas aumentou 33%, de 129,6 toneladas para 172,4 toneladas.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Ministério Público investiga ligações entre a Equatorial e o escândalo do Banco Master na privatização da Sabesp
2
EXCLUSIVO: estudo mostra que IA generativa vaza dados sensíveis em 64% das empresas brasileiras; veja por onde
3
Fim de acordo EUA-Arábia Saudita impulsiona desdolarização
4
Vítimas da Naskar temem fuga de sócios para Miami e preparam mandado de segurança
5
EXCLUSIVO: Sócios da Naskar desmontaram estrutura financeira semanas antes de sumirem com quase R$ 1 bilhão