Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Nova operação bate na Faria Lima: “fluxo oculto” mira fintechs e lavagem de dinheiro
Publicado 28/05/2026 • 10:10 | Atualizado há 3 meses
Wall Street fecha perto da estabilidade com investidores de olho na inflação e no balanço da Nvidia
Nvidia tem lucro e receita acima do esperado no 2º trimestre
Apple agenda evento de lançamento de novo iPhone para 9 de setembro
Meta fecha acordo de US$ 16,7 bilhões em caso de vício em redes sociais com a Califórnia e outros estados
Bill Gates alerta que ‘não há plano’ para a ‘convulsão’ que a IA provocará
Publicado 28/05/2026 • 10:10 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Divulgação
A nova fase da Operação Carbono Oculto, batizada de Fluxo Oculto, colocou fintechs sediadas na Avenida Brigadeiro Faria Lima, principal centro financeiro de São Paulo, no foco das investigações sobre lavagem de dinheiro ligada ao PCC.
Deflagrada nesta quinta-feira (28) pelo Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal, a operação aponta que, mesmo após a ofensiva realizada em agosto de 2025, o grupo investigado manteve as atividades e ampliou a estrutura usada para ocultar recursos do esquema.
Leia também: Operação “Fluxo Oculto” investiga fintechs ligadas à lavagem de dinheiro no setor de combustíveis
Segundo os investigadores, houve aumento no volume de desvio de nafta, além da abertura de novas empresas de fachada para movimentar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações.
A operação cumpre 59 mandados de busca e apreensão em empresas e residências de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A ação mobiliza cerca de 135 auditores-fiscais, analistas tributários e servidores da Receita Federal, além de agentes das forças de segurança.
As investigações identificaram quatro fundos de investimento suspeitos de integrar o esquema, com patrimônio estimado em R$ 205 milhões. De acordo com o Ministério Público, os fundos registraram crescimento superior a 200% em pouco mais de um ano e integravam uma estrutura financeira usada para transações entre distribuidoras, postos de combustíveis, empresas e fundos ligados ao grupo.
Leia também: Empresas viram plataformas financeiras e mercado deve triplicar em dois anos, diz executiva
O Gaeco e a Receita Federal afirmam que o PCC montou uma rede de empresas em diferentes Estados para sustentar as fraudes. Segundo a Promotoria, parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até detentos eram utilizados como laranjas para abrir empresas que apareciam formalmente como compradoras de solventes. Na prática, os produtos eram desviados para a Grande São Paulo.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA investigação também identificou outras seis fintechs que, segundo os promotores, funcionariam como bancos paralelos da organização criminosa. Essas instituições eram usadas para compensações internas entre distribuidoras e postos, transferências entre empresas e fundos de investimento, além do pagamento de despesas operacionais e gastos pessoais dos operadores do esquema.
Para os investigadores, o grupo utilizava mecanismos sofisticados de ocultação patrimonial para esconder os verdadeiros beneficiários das operações financeiras.
Leia também: Caso Deolane revela como fintechs fizeram ‘explodir’ recursos do PCC
“As estruturas desvendadas na data de hoje utilizaram-se do mesmo balcão financeiro marginal, compartilhando canais de escoamento e técnicas de lavagem”, informou o Ministério Público.
Segundo a investigação, mesmo após operações anteriores, os envolvidos continuaram atuando e passaram a concentrar movimentações financeiras de dezenas de postos em contas únicas para dificultar a fiscalização.
Em um dos casos apontados pela Promotoria, as operações de 56 postos de combustíveis eram feitas por meio de uma única conta. Os investigadores também identificaram migração de recursos entre diferentes fintechs e a criação de novas empresas para substituir estruturas já expostas anteriormente.
Os principais alvos da operação são empresários, operadores logísticos e suspeitos de atuar como laranjas do esquema.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
Resultado da Lotofácil 3771: veja os números sorteados pela Caixa em concurso de R$ 2 milhões
3
Novo iPhone 18 Pro: veja o que muda no celular da Apple
4
iPhone 18 Pro: Apple confirma data do próximo grande lançamento
5
iPhone 18 Pro lança mês que vem? Veja a data mais provável