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Investigações da polícia identificaram R$ 51 bilhões em movimentações de grupo criminoso no RJ
Publicado 31/10/2025 • 15:07 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 31/10/2025 • 15:07 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Egberto Ras/Enquadrar/Estadão Conteúdo
Policiais correm com homem preso durante megaoperação no Rio.
Em operação no Rio de Janeiro, o Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra), mapeou movimentações financeiras de R$ 51 bilhões ligadas a um grupo criminoso, informou o delegado Felipe Curi, responsável pela ação. Segundo ele, o grupo deve ser tratado como narco-terrorista, exigindo resposta rápida e atualização da legislação.
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Curi detalhou que, em cerca de um ano de investigação, a equipe da Polícia Federal e do Cifra analisou relatórios de inteligência financeira e identificou o volume de recursos que circulava pelo grupo. “O Cifra e a Polícia Federal mapearam toda a movimentação financeira por meio do Coaf e emitiram relatórios de inteligência financeira. Em cerca de um ano de análise, detectamos R$ 51 bilhões em movimentação do Comando Vermelho”, afirmou.
A Polícia Civil anuncia a lista parcial dos suspeitos que foram mortos durante a operação contra o Comando Vermelho. Em coletiva de imprensa, divulgou a relação dos mortos. Destes, 78 tinham antecedentes criminais e 40 eram de outros estados, incluindo:
Entre os principais nomes estão PP (chefe do tráfico do Pará), Gringo (Manaus), Mazolas (Feira de Santana), DG (Bahia), Fernando Henrique dos Santos, Rodinhas e Russo (Espírito Santo). Não houve prisões de pessoas da região Sul.
Felipe Curi destacou que a complexidade das operações exige mobilização nacional e atualização da legislação para permitir que as forças de segurança respondam de forma ágil. “O grupo deve ser tratado como narco-terrorista, exigindo mobilização nacional e atualização da legislação para que as forças de segurança possam responder de forma rápida e eficaz”, reforçou.
Entre os alvos da operação, estava “Doca”, descrito pelo delegado como a personificação do crime organizado. Com 260 anotações criminais e mais de 100 mandados de prisão, sendo 15 a 20 apenas neste ano, Doca liderava ações de violência em Belford Roxo, incluindo execução de desafetos e imposição da lei do silêncio.
“A questão de prender o Doca é apenas uma questão de tempo. A hora dele vai chegar, assim como aconteceu com vários outros”, afirmou Curi. Ele destacou que a polícia continuará atuando dentro do possível, combinando apreensão de armas, operações sistemáticas e inteligência financeira, sempre respeitando os limites legais e priorizando a segurança de moradores e policiais.
A operação evidencia a articulação de criminosos em diferentes estados e a capacidade de movimentação financeira em larga escala, reforçando a importância da integração entre órgãos de inteligência financeira e segurança pública.
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