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Produção de aço cai quase 3% neste ano com demanda interna fraca e siderúrgicas performando mal

Publicado 22/05/2026 • 11:54 | Atualizado há 2 horas

A produção brasileira de aço bruto caiu 2,9% nos quatro primeiros meses de 2026, para 10,7 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Aço Brasil divulgados nesta sexta-feira (22).

No mesmo período, o consumo aparente recuou 1,4%, para 8,7 milhões de toneladas. As importações de laminados caíram 4,2%, para 1,88 milhão de toneladas, enquanto as vendas internas cresceram 0,8%, para 6,9 milhões de toneladas.

As exportações foram o ponto de alta no acumulado do ano. Entre janeiro e abril, os embarques avançaram 23,3%, para 3,8 milhões de toneladas.

Abril de queda na produção

Na comparação com março, a produção de aço bruto caiu 3,8% em abril, para 2,67 milhões de toneladas.

As vendas internas recuaram 5,8%, para 1,80 milhão de toneladas, e o consumo aparente caiu 12%, para 2,12 milhões de toneladas.

As importações de laminados tiveram queda de 41,4%, para 312 mil toneladas. Já as exportações subiram 81,9% no mês, para 1,05 milhão de toneladas.

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Confiança sobe em maio

Apesar da perda de ritmo na produção, a confiança dos CEOs da indústria do aço melhorou em maio.

O Indicador de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) subiu 8,2 pontos frente a abril, para 59,9 pontos, maior nível desde outubro de 2024. Leituras acima de 50 pontos indicam confiança; abaixo desse nível, falta de confiança.

🔍 O ICIA é apurado mensalmente pelo Instituto Aço Brasil com base em consulta aos executivos das principais siderúrgicas do país. O índice mede percepções sobre o momento atual e as expectativas para os seis meses seguintes.

Todos os componentes do indicador avançaram no mês. O índice de situação atual subiu 14,7 pontos, para 56,7 pontos, superando a linha de 50 pontos. Já o indicador sobre a situação atual da economia brasileira avançou para 49,6 pontos, ainda ligeiramente abaixo da zona de confiança.

O indicador de expectativas para os próximos seis meses cresceu 4,9 pontos, para 61,5 pontos. As expectativas sobre a própria empresa chegaram a 69,4 pontos, enquanto as expectativas para a economia brasileira ficaram em 45,6 pontos.

Grandes produtoras pressionadas

O retrato do setor no primeiro trimestre de 2026 vai além dos números agregados. Gerdau, Usiminas e CSN, as três maiores siderúrgicas do país, operaram com volumes apenas razoáveis, com as margens sob pressão e um mercado interno que ainda não absorve toda a oferta disponível.

A Usiminas registrou queda de volume ano a ano, com o mercado interno absorvendo menos do que a capacidade instalada permitiria. A Gerdau enfrentou redução no preço médio de venda e menor contribuição da mineração no resultado consolidado. E a CSN encerrou o trimestre com prejuízo líquido, pressionada pelo peso do endividamento e pelos custos estruturais da companhia, apesar do avanço nas exportações.

O pano de fundo comum às três é a combinação de demanda interna frágil e competição intensa do aço importado, que segue absorvendo parcela relevante do consumo nacional.

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