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Renegociação de dívidas: prazo para adimplentes é prorrogado até 26 de outubro

Publicado 29/09/2026 • 23:00 | Atualizado há 56 minutos

KEY POINTS

  • Prazo do Desenrola Adimplentes vai até 26 de outubro.
  • Programa permite renegociar dívidas de até R$ 15 mil.
  • Trabalhadores informais precisam estar em dia ou ter atraso inferior a 90 dias.
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Foto: Agência Brasil

Renegociação de dívidas prazo para adimplentes é prorrogado até 26 de outubro

Trabalhadores informais ganharam mais tempo para renegociar dívidas por meio do Desenrola Adimplentes. O programa, criado para atender pessoas com pagamentos em dia ou com atrasos de menos de 90 dias, terá mais 30 dias de funcionamento.

Com a extensão, os interessados poderão fazer a renegociação até 26 de outubro, mesma data prevista para o fim da medida provisória que criou a iniciativa.

Leia também: CVC conclui renegociação de R$ 370 milhões em dívidas e adia amortizações programadas para 2027

Quem pode renegociar as dívidas?

O programa permite renegociar até R$ 15 mil em dívidas sem garantia, contratadas por trabalhadores informais em operações de crédito pessoal. As condições estabelecem juros de até 1,99% ao mês.

Para entrar no programa, o cliente precisa ter pago pelo menos quatro parcelas do financiamento e manter os pagamentos em dia ou com atraso inferior a 90 dias, de acordo com a Agência Brasil.

Atraso no início do programa

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A medida provisória que criou o Desenrola Adimplentes foi lançada em 29 de junho, mas as instituições começaram a realizar as renegociações somente em 10 de agosto.

Mudanças nas regras de participação dos bancos contribuíram para esse intervalo. Vale destacar que Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal atuam como operadores da iniciativa.

Leia também: Desenrola 3 prevê custo de R$ 15 bilhões para União comprar até R$ 150 bilhões em dívidas

Adesão dos bancos

O programa também enfrentou resistência entre instituições financeiras. Bancos demonstraram pouco interesse em renegociar contratos que ainda não apresentavam inadimplência ou tinham atrasos curtos.

Para ampliar a participação, o governo incluiu a possibilidade de portabilidade de crédito, permitindo que bancos públicos ofereçam novas condições aos clientes com dívidas. Mesmo assim, o programa começou a operar abaixo da expectativa inicial.

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