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Azul registra redução do prejuízo ajustado em resultados do primeiro trimestre de 2026
Publicado 07/05/2026 • 19:30 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 07/05/2026 • 19:30 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: reprodução/azul
A American Airlines e a Azul apresentaram ao Cade um parecer sobre a compra da companhia aérea brasileira pela empresa norte-americana.
A Azul registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões no primeiro trimestre de 2026. A cifra representa uma melhora de 97 6% em relação ao prejuízo de R$ 1,8 bilhão reportado em igual período de 2025. Esse é o primeiro balanço divulgado pela companhia após a saída do Chapter 11, equivalente à recuperação judicial nos Estados Unidos, em fevereiro.
Leia também: Alta de 60% no querosene pressiona aviação, mas Azul busca reduzir impactos ao cliente, diz executivo da empresa
O resultado líquido, que exclui os direitos de conversão relacionados às debêntures conversíveis, outros itens da reestruturação e os ativos fiscais diferidos reconhecidos no primeiro trimestre, somou R$ 1,42 bilhão, alta anual de 81,5%.
O Ebitda da companhia cresceu 22,6% na mesma base comparativa, atingindo R$ 1,69 bilhão, recorde para primeiros trimestres, segundo a Azul. A margem Ebitda ficou em 31,1%, avanço de 5,4 pontos porcentuais.
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O resultado operacional também registrou recorde para primeiros trimestres, totalizando R$ 1 bilhão, aumentando 83,1% e entregando uma margem de 19,1%, alta de 8,5 pontos porcentuais.
Já a receita líquida total somou R$ 5,4 bilhões, 1,4% acima do primeiro trimestre de 2025. A receita com transporte de passageiros registrou alta de 0,6%, somando R$ 5 bilhões, enquanto a de linha de cargas e outras receitas cresceu 12,1%, para R$ 422,6 milhões.
O resultado financeiro líquido da companhia ficou em R$ 378,5 milhões entre janeiro e março de 2026, avanço anual de 78,1%.
Leia mais: Azul: o que é aviação regional e por que ela é aposta da empresa
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