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Banco BPM lucra R$ 2,8 bilhões com queda de provisões
Publicado 05/05/2026 • 23:30 | Atualizado há 23 minutos
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Publicado 05/05/2026 • 23:30 | Atualizado há 23 minutos
KEY POINTS
O Banco BPM apresentou os resultados do primeiro trimestre de 2026, divulgados nesta terça-feira (5), com lucro líquido de 480 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões) e lucro ajustado de 483 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões).
No período, as receitas totais somaram 1,53 bilhão de euros (R$ 8,8 bilhões), alta de 3,8% em relação ao trimestre anterior. O desempenho foi sustentado por receitas mais diversificadas, com maior participação de fontes não ligadas à margem financeira.
As receitas não ligadas a juros representaram 51% do total no trimestre, enquanto a receita líquida de juros ficou em 751 milhões de euros (R$ 4,3 bilhões), queda de 2,1% ante o quarto trimestre de 2025.
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As comissões líquidas somaram 708 milhões de euros (R$ 4,1 bilhões), avanço de 3,1% na comparação trimestral. Já a receita com seguros ficou em 42 milhões de euros (R$ 242,3 milhões).
O banco registrou custos operacionais de 674 milhões de euros (R$ 3,9 bilhões), queda de 3,7% em relação ao trimestre anterior.
Com isso, o índice de eficiência ficou em 44%, abaixo dos 48% registrados no quarto trimestre de 2025, refletindo menor peso das despesas sobre as receitas.
As provisões totais somaram 76 milhões de euros (R$ 438,5 milhões), queda de 50,1% na comparação trimestral. As provisões para perdas com empréstimos ficaram em 82 milhões de euros (R$ 473,1 milhões).
Leia também: UniCredit suspende decisão sobre oferta do Banco BPM após governo italiano impor condições
O custo de risco recuou para 32 pontos-base, ante 40 pontos-base em 2025. O banco também informou que os NPEs brutos somaram 2,18 bilhões de euros (R$ 12,6 bilhões), queda de 21% em base anual.
O índice CET1 ficou em 13,59% ao fim de março, acima do piso de 13% definido no plano estratégico.
O banco também reportou LCR de 141% e NSFR de 124%, indicadores usados para medir a posição de liquidez e financiamento.
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Os ativos financeiros totais de clientes atingiram 384 bilhões de euros (R$ 2,2 trilhões), com contribuição da Anima, consolidada nas demonstrações do grupo.
A carteira de empréstimos performados cresceu 1 bilhão de euros (R$ 5,8 bilhões) no trimestre, com foco em contrapartes consideradas de menor risco pelo banco.
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