Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
5 sinais de que você já investe como quem entende do mercado financeiro
Por André Amadeus
Rali de ações de chips continua, mas Marvell levanta alerta sobre valuations elevados
Ações de cibersegurança disparam e Zscaler ganha força antes de balanço
American Airlines escolhe Starlink, da SpaceX, para Wi-Fi a bordo em mais de 500 aeronaves
Micron atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão pela primeira vez após ações dispararem 18%
Ferrari anuncia primeiro carro elétrico da marca; ações caem após lançamento
Publicado 27/05/2026 • 06:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: reprodução/internet
O que muda para a Estrela após a proteção judicial?
A crise financeira da Estrela ganhou força nos últimos meses após a empresa acumular uma dívida de R$ 109 milhões e recorrer à recuperação judicial em Minas Gerais. A companhia afirma que enfrenta dificuldades financeiras provocadas por mudanças no mercado de brinquedos ao longo das últimas décadas.
Ainda de acordo com a fabricante, o avanço de produtos importados de baixo custo, o aumento da concorrência digital e as transformações no consumo dos produtos reduziram o espaço para brinquedos tradicionais no Brasil.
Leia também: Custo de capital, restrição de crédito e recuperação judicial: entenda os termos do caso Estrela
A juíza substituta Aline Cristina Modesto da Silva, da 1ª Vara Cível da Comarca de Três Pontas, assinou na última sexta-feira (22) uma decisão que suspende cobranças e medidas de execução contra o grupo. A decisão impede que fornecedores de serviços essenciais interrompam, suspendam ou restrinjam atendimentos ao grupo durante a análise judicial.
Além disso, a Justiça proibiu credores de antecipar vencimentos de contratos firmados com a companhia. Instituições financeiras também não poderão realizar bloqueios, retenções, compensações ou amortizações contra o Grupo Estrela.
Segundo a magistrada, cobranças e restrições neste momento poderiam agravar ainda mais a situação financeira da empresa antes da análise definitiva do pedido.
No processo, a Estrela também atribuiu a crise a mudanças estruturais no setor de brinquedos nas últimas décadas.
A companhia citou a abertura do mercado brasileiro nos anos 1990, o avanço da concorrência internacional, a entrada de produtos importados de baixo custo e o crescimento do contrabando.
A empresa afirmou que o alto custo do capital pressionou as finanças do grupo nos últimos anos, o que levou a tradicional companhia a optar pela recuperação judicial.
Leia também: Recuperação judicial é falência? Entenda a diferença no caso da Estrela
Outro ponto destacado pela Estrela envolve a transformação do comportamento das crianças e adolescentes. Segundo a companhia, o consumo infantil mudou nos últimos anos com avanço de alternativas digitais, jogos eletrônicos, celulares, aplicativos e plataformas online.
A empresa afirma que essas mudanças reduziram o espaço para brinquedos tradicionais no mercado brasileiro. Agora, a Estrela tenta reorganizar as finanças enquanto negocia dívidas e busca manter as operações em funcionamento durante o processo.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Quanto custa o jato mais rápido do mundo apresentado em SP?
2
Bombardier apresenta em SP jato mais rápido do mundo; fila de espera é de 2 anos e custo de US$ 85 mi
3
Mais de 200 empresas brasileiras migram para o Paraguai e reduzem custos em até 40%
4
Cláudio Castro é alvo de buscas da PF por aportes de até R$ 3 bilhões de fundos de pensão no Banco Master
5
Ministério Público investiga ligações entre a Equatorial e o escândalo do Banco Master na privatização da Sabesp