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Com guerra, mercado de Luxo passa por redistribuição e muda estratégia para manter exclusividade
Publicado 01/05/2026 • 01:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 01/05/2026 • 01:00 | Atualizado há 2 meses
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A experiência de viajar para consumir continua no centro do mercado de luxo, mas vem sendo impactada por fatores geopolíticos recentes. Segundo Dani Rudz, Notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o setor vive uma fase de ajuste global.
“O luxo está muito ligado à experiência de viajar para consumir. Com a guerra no Oriente Médio, a logística e a distribuição foram prejudicadas”, afirmou nesta sexta-feira (1º) ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Marcas como a Zegna estão remanejando estoques para a Europa”, acrescentou. Segundo ela, o setor passa por um “momento de redistribuição temporária e rearranjo”, tentando identificar novos destinos de consumo.
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Apesar das mudanças, a especialista avalia que o conceito de exclusividade permanece sólido. “A exclusividade continua sendo um bom negócio”, disse, ao destacar que o mercado busca se reorganizar sem perder valor percebido.
Para ela, o crescimento do setor depende de propósito e posicionamento. “O luxo cresce sem perder a essência quando tem um propósito claro e conhece seu público-alvo”, explicou. “Quando não é vazio, ele deixa de ser visto como algo fútil e passa a integrar o cotidiano e a experiência do cliente”, completou.
A especialista apontou ainda que o setor se tornou excessivamente dependente do fluxo internacional. “O mercado percebeu que apostou quase todas as fichas no turismo internacional”, afirmou.
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Segundo ela, o cenário global mais instável levou marcas a repensar estratégias. “Com o mundo mais polarizado e conflitos perdurando, as marcas entenderam que precisam diversificar para não sentir tanto os impactos geopolíticos”, ressaltou. Caso contrário, “os números positivos podem ficar ameaçados”, alertou.
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