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Raízen rejeita exigências de credores; veja o que ficou de fora da proposta
Publicado 27/04/2026 • 20:57 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 27/04/2026 • 20:57 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Reprodução
Após o pedido de recuperação extrajudicial da Raízen, a empresa vive um momento de negociações intensas com seus credores. A empresa brasileira de energia apresentou uma proposta alternativa em meio ao processo de reestruturação financeira com uma dívida de R$ 65 bilhões.
A proposta enviada pela Raízen acontece após os próprios credores solicitarem condições à companhia de energia. Entretanto, apesar da recuperação extrajudicial facilitar as negociações diretamente com os credores, a empresa brasileira tem encontrado dificuldades para chegar a um consenso.
Leia também: Raízen: por que credores podem ganhar espaço na empresa
Na nova proposta, a Raízen indicou que está em negociações para levantar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 5 bilhões em capital novo. Esse valor se somaria a cerca de R$ 4 bilhões já comprometidos por acionistas, como parte do esforço para reforçar o caixa da companhia.
A estratégia busca dar fôlego financeiro à empresa em meio ao processo de reestruturação, reduzindo a pressão de curto prazo sobre a dívida. Vale lembrar que a Raízen faz parte de uma joint venture entre Shell e Cosan, empresas que fazem parte do novo capital proposto.
Apesar do avanço nas negociações, a Raízen ainda enfrenta dificuldades para concluir o processo de reestruturação. A companhia rejeitou pontos considerados centrais pelos credores, como a renúncia ao controle do conselho de administração.
A empresa resiste à possibilidade de os acionistas perderem a maioria das cadeiras no colegiado ou de executivos serem responsabilizados por eventuais passivos futuros.
Apesar de parte da proposta, como o reforço de capital de R$ 8 milhões, ir ao encontro do que os detentores da dívida defendem, outras condições ficaram de fora. Entre elas, a ampliação do poder de decisão dos credores dentro da governança da companhia, que segue como um dos principais pontos nas negociações.
Além das exigências com relação ao aporte recebido, os bancos credores defendem a saída de Rubens Ometto da presidência da Raízen, retomando uma solicitação já levantada anteriormente por detentores de títulos da empresa.
A possível troca no comando é vista como parte das medidas de reestruturação e de recuperação da companhia.
Leia também: Raízen: 5 pontos para entender a negociação com credores
Com a nova proposta, as conversas continuam em andamento, sem acordo final até o momento. A empresa tem um prazo limitado para avançar nas negociações e garantir a adesão necessária dos credores.
O andamento do processo deve indicar se a Raízen conseguirá equilibrar sua dívida bilionária mantendo o controle ou se terá que fazer concessões fora dos planos da empresa para viabilizar a reestruturação.
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