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IBM diz que vai reforçar segurança de softwares de código aberto com projeto de US$ 5 bilhões
Publicado 28/05/2026 • 11:40 | Atualizado há 48 minutos
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Publicado 28/05/2026 • 11:40 | Atualizado há 48 minutos
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A gigante americana de tecnologia IBM e sua subsidiária de serviços de TI Red Hat anunciaram nesta quinta-feira (28) que irão mobilizar bilhões de dólares e milhares de funcionários para reforçar a segurança de softwares de código aberto diante de novas ameaças cibernéticas.
Batizado de “Project Lightwell” e avaliado em US$ 5 bilhões pela IBM em comunicado, o projeto surge após relatos sobre as capacidades avançadas de modelos recentes de inteligência artificial para descobrir e explorar falhas de segurança em sistemas computacionais.
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O Lightwell funcionará como um serviço por assinatura e utilizará “capacidades avançadas de I.A. para validar e testar correções em um volume sem precedentes de códigos de software open source”, afirmou a IBM.
A empresa destacou que a desenvolvedora de I.A. Anthropic “relatou recentemente que seu modelo Mythos Preview identificou quase 3,9 mil vulnerabilidades de alta ou crítica gravidade apenas em softwares de código aberto”.
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Por considerar preocupantes as capacidades ofensivas de ciberataque do modelo, a Anthropic disponibilizou o Mythos apenas para um grupo restrito de parceiros, em vez de liberá-lo ao público em geral, numa tentativa de ganhar vantagem na correção das vulnerabilidades identificadas.
Softwares de código aberto, como o sistema operacional Linux — especialidade da Red Hat —, estão profundamente integrados à infraestrutura da internet e também a setores críticos, como governo e sistema financeiro.
Leia também: IBM e Microsoft apostam em IA para modernizar serviços públicos
Segundo a IBM, entre os primeiros usuários do Lightwell estão Bank of America, JPMorganChase e Visa.
A companhia afirmou ainda que o Lightwell dará aos clientes acesso a “mais de 20 mil engenheiros da IBM, apoiados por capacidades avançadas de I.A.”.
Os clientes participarão de uma espécie de “central de compartilhamento”, por meio da qual poderão relatar, corrigir e dividir informações sobre problemas de segurança em seus sistemas, permitindo que a experiência beneficie outros usuários com configurações semelhantes.
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Seguir no Google“Esse modelo permite que empresas acionem a IBM e a Red Hat para resolver imediatamente questões críticas de segurança, ao mesmo tempo em que fortalece o ecossistema de código aberto como um todo”, afirmou a IBM.
Leia mais: Accelerate IBM: CEO da IBM Brasil vê avanço da I.A. e aposta em aplicações com resultados concretos
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