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Gaza é “o lugar mais faminto do planeta”, diz ONU
Publicado 30/05/2025 • 09:20 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 30/05/2025 • 09:20 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
Foto: Majdi Fathi via Reuters Connect
Ceasefire Deal Reached In Israel-Gaza War
A Faixa de Gaza é “o lugar mais faminto do planeta”, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira, alertando que toda a população do território palestino está agora em risco de fome.
As negociações para encerrar quase 20 meses de guerra ainda não tiveram avanços concretos. Israel retomou suas operações em Gaza em março, encerrando uma trégua de seis semanas.
“Gaza é o lugar mais faminto do planeta”, declarou Jens Laerke, porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).
Leia também:
Israel ‘rejeita’ pressão da UE sobre Gaza: Ministério das Relações Exteriores
“É a única área definida — um país ou território definido dentro de um país — em que 100% da população está em risco de fome”, afirmou, rejeitando declarações contrárias feitas pelas autoridades israelenses.
Em uma coletiva de imprensa em Genebra, Laerke detalhou as dificuldades enfrentadas pela ONU para entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
Nos últimos dias, Israel relaxou parcialmente o bloqueio total à ajuda imposto ao território palestino desde 2 de março, o que causou graves escassezes de alimentos e medicamentos.
Segundo Laerke, 900 caminhões de ajuda humanitária foram autorizados por Israel a entrar em Gaza desde que o bloqueio foi parcialmente suspenso.
No entanto, apenas 600 caminhões foram descarregados do lado palestino da fronteira, e um número ainda menor de cargas foi efetivamente distribuído, devido a diversas questões de segurança.
“Esse número limitado de caminhões entrando… é um gotejamento”, disse Laerke, descrevendo a situação como uma “alimentação em conta-gotas”.
Ele afirmou que a missão de entregar ajuda humanitária está “numa camisa de força operacional, sendo uma das operações mais dificultadas — não apenas do mundo atualmente, mas da história recente.”
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