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Encontro entre Trump e Xi busca estabilizar relações entre EUA e China
Publicado 13/05/2026 • 18:37 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 13/05/2026 • 18:37 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O encontro estratégico entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim, busca estabilizar as relações entre as duas maiores potências globais em meio a disputas sobre inteligência artificial e comércio. Embora haja uma competição acirrada, o controle de riscos tecnológicos é um ponto de interesse comum.
“A questão da inteligência artificial interessa tanto aos Estados Unidos quanto à China se eles quiserem fazer uma parceria, pois já existem programas que facilitam ataques terroristas e problemas de dados cibernéticos que não interessam a nenhum dos dois”, explicou Lia Valls, economista e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Sobre a resiliência chinesa diante das pressões norte-americanas, a professora ressaltou que o país asiático se estruturou para enfrentar novas barreiras comerciais. Ela afirmou que os chineses realmente se prepararam para o governo Trump e que não foi tão simples quanto o então presidente imaginava, como se bastasse impor tarifas para reverter a situação. Segundo ela, a China é uma importante fornecedora de minerais críticos dos quais os Estados Unidos dependem.
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No que tange às tensões geopolíticas envolvendo Taiwan e o Irã, a economista acredita que esses temas podem ser evitados inicialmente para não inviabilizar o diálogo. Valls disse que, se a conversa começar com Taiwan, os chineses afirmariam que esse não é um problema dos Estados Unidos. Eles também não querem se aprofundar na questão do Irã, pois uma interrupção na oferta de petróleo afetaria profundamente a Ásia.
“Há um temor do Brasil de que o Trump possa ofertar aos chineses o aumento da compra de soja americana para ajudar os agricultores dos Estados Unidos, que passam por problemas, e isso afetaria diretamente o Brasil”, alertou.
Por fim, a economista ponderou que o encontro serve mais como um gesto diplomático do que como uma arena de decisões imediatas, considerando o alto valor das trocas comerciais que superam os US$ 600 bilhões (R$ 3 trilhões). “Nenhum encontro presidencial resolve as coisas sozinho; o objetivo é criar um ambiente que permita negociações futuras e quebrar esse muro de tensões que existe atualmente entre os dois países”, concluiu.
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