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EUA criam serviço prioritário para vistos com taxa adicional de US$ 750; veja
Publicado 09/06/2026 • 15:00 | Atualizado há 1 mês
Publicado 09/06/2026 • 15:00 | Atualizado há 1 mês
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Foto: Agência Brasil
EUA criam serviço prioritário para vistos com taxa adicional de US$ 750; veja
Os Estados Unidos devem lançar, a partir de julho, um serviço opcional para acelerar o atendimento de pedidos de vistos de turismo e negócios.
A medida, prevista para entrar em vigor em embaixadas e consulados selecionados, permitirá que solicitantes paguem uma taxa extra de US$ 750 para obter prioridade no agendamento da entrevista consular.
A iniciativa busca reduzir o tempo de espera em parte da demanda por vistos, mas não altera os critérios de aprovação do documento.
O novo modelo funcionará como uma modalidade premium dentro do processo tradicional de emissão de vistos.
Além da taxa consular atualmente cobrada, os interessados poderão desembolsar um valor adicional para garantir acesso mais rápido à etapa da entrevista.
Pelos planos do Departamento de Estado dos EUA, quem aderir ao serviço poderá conseguir uma entrevista em até dez dias após a confirmação do pagamento. O benefício estará disponível apenas em postos diplomáticos participantes do programa-piloto.
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Apesar da prioridade no atendimento, o governo americano ressalta que a cobrança extra não influencia a análise do pedido nem aumenta as chances de obtenção do visto.
Documentos internos indicam que a iniciativa deve funcionar inicialmente entre 1º de julho e 31 de dezembro deste ano.
Nesse período, as autoridades americanas avaliarão os resultados da medida antes de decidir sobre uma possível ampliação ou permanência do serviço.
A expectativa é que o programa ajude a desafogar parte da fila de atendimento, especialmente em locais com alta procura por vistos de turismo e negócios.
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O anúncio ocorre em meio a discussões sobre outras taxas relacionadas ao sistema migratório dos Estados Unidos.
Nesta semana, uma decisão da Justiça Federal derrubou uma cobrança de US$ 100 mil criada para novos pedidos do visto H-1B, utilizado por empresas para contratar profissionais estrangeiros qualificados.
O entendimento do tribunal foi de que o governo ultrapassou os limites de sua autoridade ao estabelecer o valor.
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A contestação partiu de um grupo de estados americanos que alegou impactos negativos para universidades públicas, instituições de saúde e escolas que dependem da contratação de trabalhadores especializados.
A taxa destinada aos pedidos do visto H-1B havia gerado críticas de diversos empregadores, principalmente do setor de tecnologia.
Com a decisão judicial, o debate sobre custos e acesso aos programas de imigração continua no centro das discussões entre governo, empresas e instituições que dependem da contratação de talentos estrangeiros.
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Muitas companhias utilizam esse tipo de visto para preencher vagas que exigem profissionais altamente qualificados em áreas com escassez de mão de obra.
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