Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
O que esperar do anúncio do novo tarifaço dos EUA contra produtos brasileiros?
Publicado 15/07/2026 • 06:54 | Atualizado há 2 meses
Maioria dos americanos está mais preocupada que entusiasmada com avanços da IA
Acordo de US$ 18 bilhões da Meta coloca TikTok e YouTube na mira. Quem será o próximo?
Trump anuncia acordo com a Venezuela para garantir mais de 65 bilhões de barris em reservas de petróleo
Comércio do Irã recua enquanto líder supremo Khamenei pede menor dependência do dólar
Delaware Life, de Mark Walter, tem venda de produtos suspensa por dois bancos em meio a investigações
Publicado 15/07/2026 • 06:54 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Freepik
O governo dos Estados Unidos deve anunciar, nesta quarta-feira (15), o resultado final das negociações que podem criar sobretaxas de até 37,5% para a entrada de produtos brasileiros no mercado norte-americano.
A investigação do USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) terminou no começo de junho, quando foram anunciadas duas sobretaxas: de 25% e de 12,5%.
O governo brasileiro e o mercado já dão como certa a adoção das novas tarifas aos produtos, mas a forma de implantação e, principalmente, o prazo para as taxas entrarem em vigor são dois pontos que ainda estão em aberto.
Leia também: Às vésperas de decidir sobre tarifaço, EUA podem ampliar exceções à sobretaxa de 25% contra o Brasil
Representantes do governo, no entanto, entendem que esse não deve ser o caminho tomado pelos norte-americanos, já que um recuo neste momento fragilizaria a imagem do país e das políticas tarifárias apontadas por Trump desde o início de seu segundo governo.
“Uma ampliação das exceções seria quase tão valiosa quanto um acordo completo, porque foi assim na primeira rodada, quando itens como aviões, celulose e suco de laranja ficaram de fora da lista, o que reduziu muito o dano efetivo”, ponderou André Matos, CEO da MA7 Negócios.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO mercado e os governos já se preparam para uma nova função das guerras tarifárias. Anteriormente, esse tipo de mecanismo era visto como protecionista e pragmático, focado somente na eficiência econômica.
Com as mudanças geopolíticas e a entrada de assuntos como soberania tecnológica, política industrial e segurança nacional no centro do debate, essas políticas terão importância cada vez mais estratégica para os países, e diferentes temas serão abordados.
“A investigação conduzida pelo USTR ultrapassa questões tradicionais de acesso a mercados ou equilíbrio comercial. Ela incorpora temas como comércio digital, propriedade intelectual, sistemas de pagamento, minerais críticos, política ambiental e segurança das cadeias de suprimentos. Ou seja, o objeto da discussão não é apenas o fluxo comercial entre dois países, mas o posicionamento estratégico dos Estados Unidos em uma economia internacional cada vez mais marcada pela competição tecnológica e geopolítica”, explicou Wilson Mendonça, professor de economia na SKEMA Business School.
“O que se observa é o avanço de um protecionismo estratégico, no qual barreiras comerciais deixam de ter como único objetivo proteger empresas nacionais e passam a organizar cadeias produtivas consideradas essenciais para a segurança econômica dos países”, concluiu.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
iPhone 18 Pro: Apple confirma data do próximo grande lançamento
3
Bilibili, o “YouTube chinês”, chega ao Brasil e mira expansão global
4
Ex-executivos entram com ações trabalhistas milionárias contra empresa de herdeiro da família Safra
5
EXCLUSIVO: Stark Bank, de Rafael Stark, administra plataforma financeira de Goiás em negócio suspeito