Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Firjan cobra definição do STF sobre royalties do petróleo e critica insegurança jurídica no Rio
Publicado 10/05/2026 • 08:44 | Atualizado há 2 meses
Índice Dow Jones subiu 300 pontos e fechou acima de 52.000 pela primeira vez, impulsionado pela entrada da Alphabet
Ações da Alphabet sobem 4% com estreia no Dow, mas empresa ainda enfrenta grandes dúvidas sobre IA
Trump comprou até US$ 5 milhões em ações de fabricante de tasers semanas antes de licitação do ICE
Suprema Corte decide que Trump não pode demitir, por enquanto, a diretora do Fed Lisa Cook
Comcast divide negócios e cria duas empresas de capital aberto; ações disparam 23%
Publicado 10/05/2026 • 08:44 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) voltou a defender uma solução definitiva para a disputa envolvendo a distribuição dos royalties do petróleo, após o Supremo Tribunal Federal (STF) suspender o julgamento sobre a legalidade da Lei 12.734/2012. A interrupção ocorreu depois de um pedido de vista apresentado pelo ministro Flávio Dino.
Segundo a entidade, a ausência de uma definição prolonga um cenário de “insegurança jurídica” para o estado do Rio de Janeiro, os municípios fluminenses e a cadeia produtiva ligada aos setores de petróleo e gás.
Em nota, o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, afirmou que a federação esperava uma conclusão definitiva do caso. “Esperávamos uma decisão definitiva para essa situação que aflige o Rio de Janeiro. Mas seguimos confiantes no STF, em sua missão de resguardar e proteger a Constituição”, declarou.
Leia também: Brasil já lidera transição energética e pode ganhar vantagem com alta do petróleo, diz Firjan
O julgamento sobre a constitucionalidade da lei, que amplia o repasse dos royalties para entes não produtores, havia sido retomado pelo STF na quarta-feira (6).
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNa quinta-feira (7), a ministra Cármen Lúcia, relatora do caso e primeira a votar, se posicionou pela manutenção da concentração dos royalties nos estados e municípios produtores de petróleo. O entendimento beneficia principalmente o Rio de Janeiro, responsável por mais de 80% da produção nacional, além de São Paulo e Espírito Santo.
De acordo com a Firjan, o voto da ministra reforça argumentos já apresentados pela federação, entre eles o de que os estados produtores deixam de arrecadar ICMS sobre a venda de petróleo na origem.
Leia também: Firjan alerta que imposto sobre exportação de petróleo pode reduzir investimentos e royalties
A entidade afirmou ainda que, com base nos números de 2025, o estado do Rio de Janeiro contribuiu com cerca de R$ 64 bilhões em ICMS pagos a outros estados do país ao longo do ano passado.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Quina de São João tem sorteio milionário
2
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
3
GTA VI deve atingir arrecadação bilionária somente na pré-venda; veja
4
Copa do Mundo 2026: as seleções classificadas para a 2ª fase e as eliminadas; entenda as novas regras do torneio
5
EUA atacam o Irã após Trump acusar Teerã de violar o cessar-fogo no Estreito de Ormuz