Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Conflitos no Oriente Médio entram no radar do Copom; entenda impacto sobre a economia
Publicado 17/09/2026 • 16:30 | Atualizado há 3 horas
Bolsas americanas se recuperam após perdas provocadas pelo Fed, com petróleo e Treasuries em queda
Jensen Huang afirma que a Nvidia venderá o dobro de chips no próximo ano
Petróleo dos EUA recua abaixo de US$ 100 com aumento da oferta saudita
Ed Sheeran pede US$ 2 milhões a Robert Kraft após polêmica com Macklemore e Palestina
Crise de mão de obra na fabricação de chips nos EUA deixa Samsung e TSMC em busca desesperada por talentos
Publicado 17/09/2026 • 16:30 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: AFP
Conflitos no Oriente Médio entram no radar do Copom entenda impacto sobre a economia
A instabilidade no Oriente Médio ganhou espaço na avaliação do Banco Central sobre os próximos passos da política monetária. Mesmo após reduzir a Selic para 13,75% ao ano, o Copom mantém atenção aos efeitos que novos conflitos podem provocar sobre preços, commodities e atividade econômica.
O cenário externo aumenta as incertezas de uma economia que já enfrenta inflação acima da meta. Por isso, o Banco Central sinaliza cautela ao avaliar a trajetória dos juros.
Leia também: Riqueza dos bilionários chega a US$ 15,1 trilhões e se aproxima da economia dos EUA
Os conflitos no Oriente Médio podem pressionar os preços de produtos importantes para a economia brasileira, principalmente quando atingem o mercado de energia. Uma alta a longo prazo do petróleo pode aumentar custos de produção, transporte e outros serviços.
Esse movimento pode dificultar a queda da inflação e influenciar as decisões do Copom. O Banco Central também acompanha os efeitos sobre as commodities e a situação dos mercados internacionais.
O Estreito de Ormuz tem papel importante no transporte internacional de petróleo e fertilizantes. Um eventual fechamento da passagem pode dificultar o envio desses produtos e aumentar a pressão sobre os preços.
Para o Brasil, esse cenário pode elevar custos e adicionar novos riscos à inflação. O impacto depende diretamente da duração das restrições e da evolução dos preços internacionais.
O Copom reduziu a Selic pela quinta vez consecutiva, mas as expectativas de inflação continuam acima da meta. O mercado projeta 4,9% para 2026 e 4,3% para 2027. O Banco Central também considera outros riscos, como eventos climáticos, pressão do câmbio e uma demanda interna mais forte.
Leia também: Indústria e comércio veem corte da Selic como insuficiente e cobram continuidade da queda dos juros
Além dos conflitos entre EUA e Irã, o Banco Central acompanha como as demais economias internacionais também se comportam. Essas movimentações podem alterar a questão cambial e aumentar o preço das commodities.
Dessa forma, com a continuação da guerra no Oriente Médio, o Banco Central mantém cautela, mesmo após reduzir a Selic pela quinta vez consecutiva.
Maiores Audiências
1
Gilmar diz que não se deve expor colegas, mesmo que estejam envolvidos: “Até a máfia tem ética”
2
Quebra de sigilo coloca em xeque notas oficiais de Moraes
3
PLENÁRIO HISTÓRICO: Confira por texto e vídeo o julgamento do STF sobre os casos Mendonça e Moraes
4
Starbucks lança coleção de Halloween do Snoopy; veja onde comprar
5
No evento do iPhone Duo protagonista, a Apple apresentou a Siri com um recurso assustador embarcado no Apple Watch