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Quais foram as 8 instituições financeiras liquidadas pelo BC? Veja os motivos

Publicado 23/02/2026 • 16:55 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial de pelo menos oito instituições financeiras após as investigações apontarem irregularidades na venda do Banco Master.
  • Apesar de não serem todas propriedades de Daniel Vorcaro, algumas instituições possuem laços com o empresário.
  • A liquidação extrajudicial acontece após o Banco Central, principal órgão financeiro do país, identificar irregularidades fiscais, dificuldades com as obrigações financeiras e até falência.
Banco Master

Foto: Reprodução

Banco Master: por que o BC diz que seguiu o rito mais rígido possível

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial de pelo menos oito instituições financeiras após as investigações apontarem irregularidades na venda do Banco Master, de Daniel Vorcaro, primeira instituição bancária a iniciar a onda de liquidações.

Apesar de não serem todas propriedades de Daniel, algumas instituições possuem laços com o empresário.

No caso do Banco Pleno, última instituição financeira a ser liquidada, o proprietário é Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. Confira a lista dos demais bancos que sofreram liquidação extrajudicial do BC.

Leia também: STF autoriza fluxo de perícias da PF em investigação sobre o Banco Master

Onda de liquidação

A liquidação extrajudicial acontece após o Banco Central, principal órgão financeiro do país, identificar irregularidades fiscais, dificuldades com as obrigações financeiras e até falência. Com isso, todas as operações dos bancos são paralisadas, incluindo entrada e saída de montantes.

Confira quais foram as 8 instituições financeiras liquidadas pelo BC:

  1. Banco Master S/A – Primeira instituição a ser liquidada, dando início à onda de investigações;
  2. Banco Master de Investimento S/A;
  3. Will Bank;
  4. Banco Pleno;
  5. Pleno DTVM;
  6. Banco Letsbank S.A;
  7. Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários;
  8. CBSF DTVM.

Leia também: Liquidações ligadas ao Banco Master podem afetar mais de 1.400 empregos

Liquidações

Banco Master S/A – Banco Master de Investimento S/A – Banco Letsbank S/A – Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários

O Banco Central decidiu, no dia 18 de novembro de 2025, a liquidação dos bancos:

  • Banco Master S/A;
  • Banco Master de Investimento S/A;
  • Banco Letsbank S/A;
  • Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários.

A decretação do regime especial nas instituições foi motivada pela grave crise de liquidez do Conglomerado Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira, bem como por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Will Bank

O Banco Central definiu a liquidação extrajudicial do Will Bank no dia 21 de janeiro de 2026, sob os motivos de comprometimento da sua situação econômico-financeira e da sua insolvência e do vínculo evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial.

CBSF DTVM

Liquidado no dia 15 de janeiro de 2026, o motivo da liquidação realizada aconteceu após o BC identificar graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN.

Banco Pleno – Pleno DTVM

No dia 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno. A ação foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil.

Procedimento de liquidação

Após a determinação de liquidação extrajudicial, o Banco Central passa a indicar um liquidante, profissional designado a dar sequência ao processo de ressarcimento a todos os credores da instituição. Entretanto, o processo de devolução só acontece após a instituição entregar a lista com todas as informações dos clientes com valores a receber.

Após isso, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), espécie de seguro bancário, iniciará o processo de ressarcimento dos valores. Porém, vale ressaltar que o valor máximo disponibilizado aos clientes e investidores é de R$ 250 mil por CPF ou CPNJ.

Com a onda de liquidações extrajudiciais envolvendo instituições ligadas ao Banco Master, o processo de ressarcimento tende a ser mais demorado, além do número de credores, o que influencia no tempo de devolução, o grande número de bancos sofrendo as mesmas ações dificulta a agilidade do processo.

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