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Richemont supera expectativas de vendas com força da joalheria
Publicado 15/07/2026 • 11:10 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 15/07/2026 • 11:10 | Atualizado há 1 hora
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O grupo de luxo Richemont registrou vendas acima do esperado no trimestre, impulsionado pela joalheria, apesar da volatilidade do setor.
O grupo suíço de luxo Richemont registrou vendas acima do esperado no trimestre mais recente, impulsionado pela joalheria, apesar da volatilidade que vem marcando o setor.
A dona de marcas como Cartier e Van Cleef & Arpels informou nesta quarta-feira (15) vendas de 6,33 bilhões de euros no trimestre encerrado em 30 de junho, acima da projeção de analistas, de 5 89 bilhões de euros, segundo pesquisa compilada pela Visible Alpha.
A receita avançou 20% na comparação anual a taxas de câmbio constantes, acelerando em relação ao trimestre anterior, quando a empresa havia registrado expansão de 13%.
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As vendas cresceram em todas as regiões, com altas de dois dígitos na Europa, nas Américas, na Ásia-Pacífico e no Japão, enquanto Oriente Médio e África voltaram a apresentar crescimento.
Nos últimos anos, a Richemont tem se saído melhor do que muitos concorrentes, em parte por sua maior exposição a joias. A categoria tem resistido mais ao ambiente econômico adverso que reduziu a demanda por moda de alto padrão e bolsas, por atender consumidores mais ricos, que continuaram comprando produtos de luxo. Além disso, muitos clientes enxergam maior valor em joias do que em outras categorias.
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Siga o Times | CNBCOutro fator de suporte é o foco em consumidores locais, e não em turistas, o que ajudou a empresa a mitigar parte dos transtornos nas viagens de compradores abastados associados à guerra no Oriente Médio.
O principal negócio de joias, que reúne Cartier e Van Cleef & Arpels, registrou salto de 24% nas vendas, para 4,73 bilhões de euros, acima do consenso de 4,35 bilhões de euros. O resultado marca o sétimo trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos no segmento.
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Desde a pandemia, a Richemont vem exibindo crescimento de receita líder do setor em sua unidade principal, impulsionado por forte execução na marca carro-chefe Cartier e pela Van Cleef & Arpels, cada vez mais relevante, afirmaram analistas do RBC Capital Markets em nota.
Já a divisão de relógios do grupo, que inclui marcas como Piaget e Vacheron Constantin, teve vendas de 873 milhões de euros, alta anual de 8%.
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