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Dólar sobe e desce o tempo todo: existe um melhor momento para fazer a conversão?

Publicado 08/05/2026 • 18:22 | Atualizado há 5 dias

KEY POINTS

  • A cotação do dólar influencia diretamente decisões financeiras de milhões de brasileiros que aplicam no mercado.
  • Viagens internacionais, compras, investimentos e até reservas de emergência costumam depender do comportamento da moeda.
  • Ao mesmo tempo em que a alta do dólar preocupa parte dos investidores, a queda da moeda também gera dúvidas.
Dólares

Foto: Freepik

A cotação do dólar influencia diretamente decisões financeiras de milhões de brasileiros que aplicam no mercado. Além disso, viagens internacionais, compras, investimentos e até reservas de emergência costumam depender do comportamento da moeda americana frente ao real.

Ao mesmo tempo em que a alta do dólar preocupa parte dos investidores, a queda da moeda também gera dúvidas. Muitos investidores carregam o questionamento se existe um momento mais indicado para converter dólares em reais.

Leia também: Klabin vende mais, mas tem prejuízo no 1T26 com queda do dólar e parada para manutenção

Existe um melhor momento para converter o dólar?

Segundo a entrevista concedida à Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, por Felipe Sant’Anna, especialista em investimentos da Axia Investing, alguns momentos costumam oferecer melhores oportunidades para quem deseja comprar o dólar.

De acordo com ele, períodos de menor tensão global e mercados mais tranquilos normalmente reduzem a pressão sobre a moeda americana. Nesses cenários, o índice DXY, que mede a força da moeda americana frente a outras moedas fortes como o euro, libra esterlina e o iene japonês, tende a perder força no mercado.

Quando o DXY cai abaixo de 100 pontos, isso costuma indicar uma menor procura por proteção no dólar. Além disso, quando o Brasil, por exemplo, recebe fluxo estrangeiro positivo, o cenário também pode favorecer a compra da moeda americana.

Previsão do dólar

Mesmo com análises econômicas, prever a cotação do dólar segue como um dos maiores desafios do mercado financeiro. Isso acontece porque diversos fatores podem alterar rapidamente o valor da moeda.

Crises políticas, guerras, decisões econômicas, eleições, juros e até declarações de líderes internacionais conseguem mudar o comportamento do câmbio em poucas horas.

Segundo Felipe Sant’Anna, a moeda dos Estados Unidos ganhou ainda mais importância desde o Acordo de Bretton Woods e passou a funcionar como principal referência das transações globais. Com isso, qualquer mudança relevante nos Estados Unidos ou em grandes economias tende a impactar diretamente a moeda.

O especialista ainda destacou que existe um ditado bastante conhecido no mercado financeiro. Segundo ele, “se quiser errar, tente prever o dólar”. Para Felipe, o humor do investidor em relação ao Brasil influencia diariamente a cotação da moeda americana.

O dólar ainda oferece oportunidades?

Apesar da dificuldade para prever movimentos do câmbio, a moeda americana continua sendo vista como uma oportunidade de proteção patrimonial por muitos investidores.

Na visão do especialista, pessoas que acumulam patrimônio apenas em reais podem sofrer perdas ao longo do tempo por conta da desvalorização da moeda brasileira nas últimas décadas.

Por isso, o especialista defende a diversificação em moedas fortes, como o euro e libra esterlina, principalmente em economias consideradas mais sólidas. Com isso, é provável que o dólar siga oferecendo oportunidades dentro do mercado financeiro, desde que o investidor saiba ler como o mercado reage.

Leia também: Banco Central faz primeiro leilão de swap reverso desde 2016 e segura queda do dólar

Tensões geopolíticas

A título de comparação, a cotação do dólar nos últimos meses marcou uma variação considerável. Os conflitos recentes do Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã são um comparativo importante no andamento da moeda. Nesta sexta-feira, o dólar fechou em R$ 4,89 valor abaixo em comparação a períodos pré-guerra.

Além disso, declarações de Donald Trump quanto aos conflitos e a um possível cessar-fogo também podem impactar diretamente a cotação do dólar. Desta forma, a moeda americana segue sendo referência global no mercado internacional, mas é importante entender que a moeda sofre variações com eventos internacionais.

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