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Quanto guardar por mês para fazer a primeira viagem internacional em 2027
Publicado 11/05/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 dias
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Publicado 11/05/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 dias
KEY POINTS
Foto: Freepik
Quanto guardar por mês para fazer a primeira viagem internacional em 2027
Realizar uma viagem internacional continua sendo um dos principais objetivos financeiros de muitos brasileiros. Além da experiência de conhecer outro país, a viagem também exige organização, planejamento e atenção ao orçamento, principalmente em um cenário de dólar elevado e custos mais altos no turismo global.
Mesmo assim, a combinação de reserva financeira, investimentos conservadores e compras organizadas de moeda estrangeira ajuda a reduzir riscos durante a viagem, além de evitar gastos inesperados. Vale ressaltar que uma viagem para o exterior requer planejamentos além do dinheiro.
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Durante o processo de organização para uma viagem para o exterior, é comum que os viajantes tenham dúvidas sobre quanto de dinheiro é necessário guardar. Entretanto, o valor mensal depende principalmente do destino escolhido, da duração da viagem e do estilo de consumo do turista.
Para entender melhor sobre o assunto, Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, explicou mais sobre como o processo de organização financeira pode acontecer.
Na visão dele, “isso depende muito do destino, mas considerando uma viagem econômica de 7 a 10 dias para destinos muito procurados pelos brasileiros, como Argentina, Chile, Portugal ou Estados Unidos, o custo médio total costuma variar entre R$ 8 mil e R$ 20 mil, incluindo passagem, hospedagem, alimentação, seguro, transporte e compras básicas.”
Pensando em viagens para 2027, Sidney ainda afirma que “na prática, quem pretende viajar em meados de 2027 deveria começar a formar reserva agora. Para uma meta de R$ 12 mil até o próximo ano, por exemplo, seria necessário guardar algo próximo de R$ 700 a R$ 900 por mês, dependendo da rentabilidade dos investimentos e da antecedência da compra das passagens. Eu acredito que a antecipação reduz muito o impacto da volatilidade cambial e do encarecimento das tarifas aéreas.”
Em meio à variação do câmbio do dólar, o viajante pode optar por aplicar o dinheiro em investimentos que possam render valores mensais. Entretanto, esse movimento também depende da situação financeira do país, além dos valores atuais do dólar.
De acordo com Sidney Lima, “para a maioria das pessoas, especialmente quem fará a primeira viagem internacional, faz mais sentido manter os recursos inicialmente em renda fixa pós-fixada no Brasil, aproveitando o nível elevado dos juros domésticos, e fazer compras graduais de dólar ao longo do tempo. Tentar acertar “o melhor momento do câmbio” normalmente gera erro emocional.”
Conforme já citado, uma viagem para o exterior envolve diversas organizações que variam desde a economia do dinheiro até a compra de seguro saúde. Com isso, em primeiras viagens internacionais, é comum que o viajante cometa erros antes de embarcar.
De acordo com o especialista, “o erro mais comum é subestimar o custo total da viagem. Muitas pessoas calculam apenas passagem e hotel, mas esquecem alimentação, transporte local, seguro viagem, taxas, internet móvel e compras. Outro erro recorrente é depender exclusivamente do cartão de crédito internacional, sem entender o impacto do IOF, spread cambial e conversão desfavorável.”
A variação do dólar é um problema que costuma acompanhar o viajante antes e durante a viagem. A mudança no valor da moeda americana pode acontecer a qualquer momento, o que pode alterar o planejamento da viagem internacional.
Com isso, segundo Sidney Lima, “a melhor estratégia é diluir o câmbio no tempo. Em vez de tentar prever o dólar, o turista pode fazer compras periódicas mensais da moeda estrangeira, criando um preço médio ao longo do tempo. Isso reduz o risco emocional e evita concentração em momentos ruins do mercado. Outra medida importante é antecipar gastos previsíveis, como passagens e hospedagem, quando surgirem oportunidades promocionais.”
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Mesmo com uma maior organização financeira durante o processo de compra de passagem, hotel, passeios e outros custos, ainda assim é bastante provável que o viajante encontre custos “escondidos” durante uma viagem internacional.
Além da variação da moeda, existem taxas e custos adicionais que podem ser encontrados apenas no destino. Dessa forma, o especialista alerta que “os principais custos que surpreendem são IOF, spread bancário, taxas de saque no exterior, roaming internacional, “gorjetas obrigatórias” em alguns países, impostos locais sobre consumo e tarifas extras em hospedagem. Muitos brasileiros também descobrem tarde demais que o dólar turismo é significativamente mais caro que o comercial.”
Com isso, para realizar uma viagem internacional, é importante que o viajante entenda as variações da moeda estrangeira, taxas de entrada e saída do país escolhido, além de custos médios do local. Apesar de parecer uma tarefa difícil, a maioria dos países disponibiliza guias turísticos para auxiliar a chegada dos viajantes.
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