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Fundo Lumen: quem está por trás do grupo que assumiu o controle do conselho da Oncoclínicas

Publicado 06/05/2026 • 06:00 | Atualizado há 1 uma semana

KEY POINTS

  • O movimento redesenha o comando estratégico da empresa em um momento marcado por incertezas no setor de saúde.
  • O avanço do fundo Lumen no conselho representa uma virada na correlação de forças dentro da Oncoclínicas.
  • Como consequência, um aporte previsto de R$ 500 milhões foi suspenso.

Foto: divulgação

Fundo Lumen: quem está por trás do grupo que assumiu o controle do conselho da Oncoclínicas

A Oncoclínicas passou por uma mudança relevante em sua estrutura de poder no dia 30 de abril de 2026, durante assembleia realizada para definir os rumos da companhia.

Em meio a disputas entre acionistas e pressão crescente sobre a governança, o fundo Lumen, alinhado à Latache Capital, conquistou a maioria no conselho de administração.

O movimento redesenha o comando estratégico da empresa em um momento marcado por incertezas no setor de saúde.

Fundo Lumen ganha espaço e redefine comando

O avanço do fundo Lumen no conselho representa uma virada na correlação de forças dentro da Oncoclínicas.

Ligado à família Wald, o grupo articulou apoio entre investidores relevantes e garantiu maioria no colegiado responsável pelas decisões estratégicas.

A nova configuração colocou Marcelo Curti na presidência do conselho. Ele é apontado como próximo aos articuladores da mudança e ligado ao grupo vencedor.

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A composição inclui ainda nomes apresentados durante a assembleia, o que surpreendeu parte dos acionistas e reforçou o caráter inesperado da reestruturação.

Quem está por trás do fundo Lumen

O fundo Lumen tem ligação direta com a família dos advogados Arnoldo Wald e Alexandre Wald, conhecidos pela atuação no meio jurídico e empresarial, de acordo com o Valor Econômico.

O grupo mantém proximidade com a Latache Capital, gestora que atua em investimentos considerados especiais, com foco em empresas que passam por momentos de reestruturação ou necessidade de liquidez.

A Latache, fundada em 2015, construiu sua estratégia inicialmente no crédito de maior risco e ampliou sua atuação ao longo dos anos.

Hoje participa tanto por meio de dívida quanto de participação acionária, sempre com postura ativa nas investidas.

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Com cerca de R$ 3 bilhões sob gestão, a casa busca oportunidades de retorno elevado com proteção de capital. A aproximação com o Lumen reforça esse perfil de atuação direta na governança das empresas.

Aliança entre investidores foi decisiva

A vitória do grupo ligado ao Lumen não ocorreu de forma isolada. A articulação contou com o apoio de outros acionistas, incluindo a própria Latache, que detém participação relevante na companhia, além de investidores minoritários que votaram em conjunto.

Essa união garantiu maioria no conselho e consolidou a influência do bloco nas decisões da Oncoclínicas. O movimento indica maior coordenação entre os acionistas alinhados ao novo grupo de controle.

Mak Capital fica em minoria e suspende aporte

Do outro lado da disputa, a Mak Capital não conseguiu atingir seu objetivo de assumir o controle do conselho. Apesar de eleger alguns representantes, o grupo ficou em posição minoritária.

Como consequência, um aporte previsto de R$ 500 milhões foi suspenso. O investimento dependia da vitória na assembleia e da mudança no comando da companhia.

A derrota também impede o avanço de indicações ligadas à gestora dentro da estrutura da empresa.

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Com a nova composição do conselho, o direcionamento estratégico pode sofrer ajustes. Ainda há dúvidas sobre como o grupo vencedor irá conduzir temas como expansão, estrutura financeira e novos investimentos.

A reorganização interna ocorre em um momento sensível para a Oncoclínicas. A empresa já vinha passando por mudanças na alta gestão e enfrentava questionamentos sobre sua governança.

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