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Como encontrar passagens aéreas mais baratas mesmo com a alta dos preços
Publicado 03/08/2026 • 18:38 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 03/08/2026 • 18:38 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Imagem ilustrativa
Encontrar passagens aéreas em promoção tem se tornado uma tarefa cada vez mais difícil. Com o aumento dos custos operacionais das companhias e a demanda ainda elevada, as tarifas seguem em alta e devem continuar pressionadas ao longo dos próximos meses.
Mesmo nesse cenário, ainda existem estratégias que ajudam o consumidor a economizar. Entender o que está por trás da alta dos preços também pode facilitar a escolha do melhor momento para comprar uma passagem.
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O principal fator por trás do aumento das tarifas é o custo do combustível de aviação, uma das maiores despesas das companhias aéreas. Além disso, empresas do setor também enfrentam gastos maiores com manutenção, mão de obra e taxas aeroportuárias.
Executivos das principais companhias americanas afirmam que a procura por viagens continua forte, mesmo após sucessivos reajustes nas tarifas. Esse cenário permite que as empresas mantenham preços elevados sem observar queda significativa na demanda.
Embora os preços do combustível de aviação tenham recuado em relação ao pico registrado em abril, eles seguem muito acima dos níveis observados antes da escalada das tensões no Oriente Médio.
A volatilidade também dificulta o planejamento das companhias aéreas, que precisam reajustar tarifas para compensar aumentos inesperados nos custos.
Além do combustível, empresas como United, American Airlines e Southwest informaram que esperam bilhões de dólares em despesas adicionais ao longo do ano, reforçando a necessidade de preservar a precificação.
Mesmo com tarifas elevadas, algumas práticas ainda podem ajudar o consumidor a encontrar preços mais baixos. Vale destacar que as dicas atuais seguem ideias semelhantes, mesmo antes do aumento no preço das passagens.
Ainda assim, também é importante destacar que diversos fatores, como o aumento no combustível, intensificação dos conflitos e a procura por viagens, podem alterar novamente o preço final ao consumidor.
Dessa forma, Leo Rosenbaum, advogado especializado em Direito do Consumidor, explicou como o consumidor pode diminuir os custos da viagem.
Segundo ele, “mesmo com a alta recente dos preços das passagens aéreas, o consumidor ainda consegue economizar se agir com planejamento e atenção. Recomendo usar comparadores de preços confiáveis e verificar as ofertas diretamente nos sites oficiais das companhias aéreas.”
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Siga o Times | CNBCLeo ainda destaca que comprar passagens com antecedência também faz parte do processo. “O ideal é comprar com antecedência: entre 30 e 90 dias para voos nacionais e entre 3 e 6 meses para internacionais. Viajar em baixa temporada e preferir dias de menor demanda, como terças e quartas-feiras, também ajuda bastante.”
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A busca por passagens aéreas mais baratas é sempre uma das principais ações entre os viajantes. Entretanto, a busca deve manter a atenção redobrada para evitar problemas após a compra.
Segundo Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, “Uma tarifa aparentemente barata pode ficar mais cara depois da inclusão de bagagem despachada, escolha de assento, alimentação, seguro, taxas da agência ou custos de deslocamento até outro aeroporto.”
Ainda de acordo com ela, “tarifas promocionais geralmente possuem regras mais restritivas para cancelamento, remarcação e reembolso. Antes do pagamento, o passageiro deve verificar se a passagem permite alteração, qual é o valor da multa e se haverá diferença tarifária.”
Junto às tarifas, é extremamente importante que os passageiros realizem as compras em sites oficiais ou credenciados. Tarifas promocionais geralmente possuem regras mais restritivas para cancelamento, remarcação e reembolso. Antes do pagamento, o passageiro deve verificar se a passagem permite alteração, qual é o valor da multa e se haverá diferença tarifária.”
Leia também: Queda no preço do petróleo não garante passagens aéreas mais baratas
Segundo o levantamento da NordVPN em parceria com a Saily, 92,5% das ofertas encontradas na dark web oferecem descontos de 40% e 60% sobre o preço original. Apesar de parecerem ofertas imperdíveis, essas promoções costumam ser financiadas com cartões de crédito comprometidos, geralmente obtidos após vazamentos de dados.
De acordo com Vykintas Maknickas, CEO da Saily, criminosos utilizam essas informações para comprar passagens aéreas e hospedagens em nome de terceiros. O executivo afirma que o esquema, conhecido como “buy-for-you” ou agências de viagem da dark web, vem crescendo de forma consistente e amplia o risco para consumidores que tiveram dados bancários expostos.
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