Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Fraude no Banco Master? Veja quando e como o Banco Central pode intervir
Publicado 10/04/2026 • 17:24 | Atualizado há 4 meses
EUA retomam ataques contra o Irã em retaliação a ofensiva surpresa com mísseis
Lucro operacional da Samsung no segundo trimestre supera estimativas devido à crescente demanda por chips de IA
Ações da Meta caem após projeção fraca de receita e redução do fluxo de caixa livre
Qualcomm confirma aumento nos preços dos chips após pressão dos custos e lucro abaixo do esperado
Fed dividido mantém taxa de juros estável, mas três membros votaram a favor do aumento
Publicado 10/04/2026 • 17:24 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Banco Master: qual é o papel do BC em casos de suspeita de fraude
O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou, durante depoimento na CPI do Crime Organizado no Congresso Nacional, que o caso do Banco Master seguiu rigorosamente as regras previstas na regulação.
A declaração foi feita em meio a questionamentos sobre a condução do processo e diante de indícios de irregularidades identificados pela autoridade monetária.
Durante o depoimento, Galípolo afirmou que todas as etapas relacionadas ao Banco Master seguiram o chamado rito regulatório.
Ele explicou que as normas estabelecem prazos claros para processos de liquidação de instituições financeiras, que variam conforme o porte, segundo publicado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Desde 2018, segundo o presidente, não houve exceções nesses procedimentos. Qualquer mudança exigiria justificativa formal, o que não ocorreu no caso em questão. Para ele, flexibilizar regras sem base legal abriria espaço para questionamentos futuros.
Leia também: O que é a Operação Fallax e o que a PF investiga?
A defesa do cumprimento estrito das normas também foi apresentada como forma de proteger o próprio Banco Central de disputas judiciais.
Galípolo destacou que a atuação do Banco Central tem limites bem definidos por lei. Segundo ele, cabe à instituição monitorar o sistema financeiro, identificar possíveis irregularidades e, diante de suspeitas de fraude, encaminhar as informações às autoridades responsáveis pela investigação.
Nesse tipo de situação, o BC não conduz apurações criminais, o papel principal é técnico e preventivo.
Ao detectar inconsistências ou indícios, o órgão reúne dados, produz relatórios e os envia ao Ministério Público e à Polícia Federal, que têm competência legal para investigar e eventualmente responsabilizar os envolvidos.
Leia também: Cessar-fogo desencadeia otimismo e bolsas avançam pelo mundo; Ibovespa pode ter nova marca histórica
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO presidente reforçou que a decisão final sobre a existência de fraude não cabe ao Banco Central. Essa definição ocorre no âmbito da Justiça, após análise das provas reunidas pelos órgãos competentes.
Galípolo lembrou que o histórico do sistema financeiro brasileiro ainda gera impactos hoje. Ele citou processos judiciais relacionados a liquidações ocorridas décadas atrás, incluindo um caso da década de 1970 e outro com mais de 20 anos.
Essas ações, movidas por antigos acionistas, envolvem valores bilionários e continuam em tramitação. Segundo o presidente, situações como essas mostram como decisões tomadas no passado podem ser contestadas por longos períodos, especialmente quando há alegações de falhas ou irregularidades.
Leia também: Quem é o Grupo Fictor, empresa que entrou em recuperação judicial após crise do Banco Master
O depoimento também ressaltou a importância da atuação conjunta entre órgãos públicos. Galípolo afirmou que o combate a crimes financeiros depende da integração entre Banco Central, Ministério Público e Polícia Federal.
De acordo com ele, o fluxo de informações é contínuo, sempre que surgem novos indícios, os dados são compartilhados para dar suporte às investigações.
O presidente destacou ainda que os resultados obtidos refletem o trabalho institucional, e não ações individuais.
Leia também: Caso Master: Bloqueio das contas da Fictor afeta patrocínio ao Palmeiras? Entenda
Ao responder críticas sobre o modelo regulatório, Galípolo afirmou que eventuais falhas nas regras devem ser discutidas e alteradas pelos meios adequados. Para ele, descumprir normas em vigor não é uma alternativa.
Leia também: Ex-sócio do Master tenta vender o Banco Pleno em meio a crise de liquidez
A posição reforça a linha adotada pelo Banco Central no caso Banco Master, que prioriza o cumprimento integral da legislação.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Lotofácil: sorteio desta quarta-feira (29) pode pagar R$ 2 milhões
2
TIM vai fornecer energia inteligente com IoT, rede privativa e substações para a CPFL em acordo de R$ 60 milhões
3
DENÚNCIA EXCLUSIVA: Gerdau descumpre lei federal e leva transportadoras brasileiras à beira da falência
4
“Jabutis” em projeto do Senado podem elevar conta de luz em R$ 1,5 trilhão e pressionar indústria
5
Santander: lucro líquido somou R$ 3 bilhões no segundo tri pressionado por provisões; ROAE ficou em 12,5%